Crack, a epidemia de todo dia.

A epidemia do crak, doença que transforma os dependentes químicos em verdadeiros zumbis e aumentam a criminalidade, homicídios e a desgraça familiar…

Crack, a epidemia de todo dia.

A cada minuto é possível receber relatos de furtos que vai do pequeno ao grande, culminado em um sério problema para cada cidadão, pagador de seus impostos. Falando do Estado do Rio de Janeiro, não existe uma política preventiva para diminuir essa epidemia chamada Crack. Uma dependência química que deveria ser tratada como saúde pública, pois os problemas são visíveis, são seres humanos abdicam da própria vida para saciar seu vício, para realizar crimes como esse:

No link abaixo está a ação desse furto

https://www.youtube.com/shorts/rGd4lv9tbIw

Esse vídeo comprova que um dependente químico foi capaz de deixar um prédio inteiro sem luz, por mais de 36 horas. A empresa responsável pelo fornecimento da luz (Light) até o momento não realizou o reparo necessário para assegurar o bom abastecimento de energia. Esse transtorno é pequeno quando se analisa o efeito da malha ferroviária carioca que vive em abandono. Todo dia há relatos de furtos de cabos de energia. Traficantes montam pontos de vendas próximo às estações, quando não é a própria estação o ponto de venda. É dessa maneira que o cidadão Fluminense vive! Quem mora distante do Centro do Rio dificilmente consegue chegar a tempo em seu trabalho. Esses são um dos infortúnios que o vício em drogas traz. Em outros estados já era possível perceber o avanço desse mal. João Doria, durante seu mandato na Prefeitura de São Paulo (2017), prometeu acabar com a “cracolândia” aplicando a internação compulsória.

Vídeo: João Doria, candidato em 2016 para prefeitura do Município de São Paulo, realizando entrevista para revista Veja, falando um pouco dos dependentes químicos de São Paulo e da internação compulsória.

Depois desse vídeo, o candidato foi eleito Prefeito e tentou cumprir sua promessa em relação a internação compulsória, gerando um grande debate nacional. Estamos falando de 2017, ano em que João Doria fora Prefeito. Já se passaram cinco anos e a “cracolândia” paulista continua ocupando o mesmo lugar, levando terror para a região do centro de São Paulo.

Em cada Estado persiste o mesmo problema, sem que haja uma política de saúde pública para minimizar essa epidemia.

O Senador Plinio Valério do PSDB – AM, contribuiu com essa reflexão para o Linkezine:

“A epidemia do crak, doença que transforma os dependentes químicos em verdadeiros zumbis e aumentam a criminalidade, homicídios e a desgraça familiar, tem que ser combatida com tolerância zero em relação aos traficantes que alimentam as cracolândias, nas metrópoles de todo o mundo. É uma doença que tem que ser combatida nas causas, na assistência social, no que alimenta essas pessoas doentes. Outro ponto que é igualmente difícil, é a repressão a corrupção policial que, ou fecha os olhos para a ação do crime organizado e do narcotráfico nessas “cracolândias”, ou participa dessas organizações criminosas. Poder público, corporações policiais, justiça e órgãos de assistência social dessas cidades tem que agir em conjunto para evitar que nossos jovens sejam escravizados pelas drogas e levados a praticar os crimes descritos para satisfazer sua dependência química. Na maioria das vezes, onde tem “cracolândias”, os traficantes estão estabelecidos na região para abastecer os dependentes” – Senador Plinio Valério

Com essas considerações assertivas e precisas do Senador Plinio Valério, peço uma reflexão ao tema e que os nossos políticos possam se debruçar sobre a questão dos dependentes químicos que tanto traz infortúnio e tristeza para o nosso Brasil.     

Sobre Josué Júnior (642 artigos)
Josué Júnior, carioca, pós- graduado pela faculdade Cândido Mendes. Atua no mercado com sua empresa Arte Foto Design é proprietário do site de conteúdo Linkezine. Registro Profissional: MTb : 0041561/RJ

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