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BYD vende 10.274 unidades 100% elétricas em 2023 contra 9.036 das outras marcas

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 A BYD, maior empresa do mundo na produção de veículos elétricos e híbridos, fez história e também se consolidou com folga na liderança do mercado de veículos eletrificados no Brasil em 2023. Com os resultados do acumulado do ano passado, a greentech, que começa em breve a instalar sua infraestrutura de produção numa fábrica na Bahia, mostra que veio para mudar o mercado de automóveis no país. Em 2023, de acordo com dados da ABVE (Associação Brasileira de Veículos Elétricos), foram vendidos 17.947 carros da marca, um crescimento astronômico de 6.900%, o equivalente a quase 70 vezes, em comparação com as 260 unidades comercializadas em todo o ano de 2022.

Entre os veículos 100% elétricos, chamados de BEV (Battery Electric Vehicles ou Veículos Elétricos de Bateria), o Dolphin liderou com folga, com 5.971 unidades comercializadas no ano. No ranking dos 5 mais vendidos, o BYD Dolphin vendeu mais do que os outros quatro modelos somados (4.756 unidades). Se o recorte for entre os 10 mais vendidos, os modelos da BYD alcançaram um market share de 72%.

Rede de concessionárias em ritmo acelerado

O ano passado foi muito positivo também para a rede de concessionárias de automóveis BYD, com forte crescimento no mercado brasileiro. A greentech alcançou em outubro a marca de 100 unidades nomeadas no país, dois meses antes da previsão inicial e as metas continuam ousadas: a ideia é chegar até o final de 2024 com um total de 250 concessionárias no território brasileiro (entre unidades em atividades e novas nomeações).


A BYD fechou 2023 com 59 concessionárias em operação e deverá ter mais 61 unidades até o final do primeiro trimestre deste ano. Todas as capitais das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste terão representantes da marca ainda em janeiro. São Paulo e Minas Gerais são os estados que reúnem o maior número de unidades dentro da rede BYD, respectivamente, com 15 e seis concessionárias.

O novo polo industrial vai gerar 10 mil postos de trabalho e os processos de seleção já foram iniciados. A ideia é priorizar a mão de obra local, por intermédio da capacitação e total integração entre os colaboradores brasileiros e chineses. Assim, a empresa também pretende fortalecer e consolidar a economia local, gerando novas oportunidades, inclusive com a criação de um grupo de fornecedores para atender futuras demandas.

A expectativa é transformar a região Nordeste em um verdadeiro centro de inovação, e tornar o Brasil reconhecido como uma referência mundial em termos de potência energética e consumo, além de um polo exportador de produtos eletrificados.

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