A menina de Harvard cresceu e vem com força na disputa a prefeitura de São Paulo. Tabata inicia sua caminhada na disputa ao pleito de 2024, organizando encontros e declarando seu amor à cidade que nasceu. A história de Tabata já é conhecida por muitos, uma menina pobre que, através dos estudos, chegou à Harvard. Parece até um conto de fadas, mas é real. Desde cedo, os holofotes estiveram apontados para Tabata. Seu trabalho e sua conduta como parlamentar são reconhecidos por vários políticos. Sua reeleição ao cargo de Deputada Federal em 2023 foi muito bem avaliada. O trabalho da deputada vem prosperando, mesmo diante a notícias como “um ministério sendo oferecido a Tabata para afastá-la da disputa municipal da cidade de São Paulo”.
Lula reagiu rapidamente, colocando um ponto final aos boatos noticiados. O presidente afirmou não ter intenção de convidar a deputada para nenhum ministério. Tabata, por sua vez, declara aos jornalistas que Lula não faz objeção à sua candidatura para o pleito municipal.
Essa turbulência foi vencida, mas resta enfrentar outros pontos da disputa ao cargo de prefeita. Em entrevista ao Papo com Editor, do Broadcast Político, ela revelou que, caso eleita, pretende governar o Município de São Paulo por 8 anos. “São Paulo é grandiosa demais para a gente ter um prefeito por dois, três anos como a gente teve ultimamente”, reforçou.
Essa revelação deixa claro que teremos, em caso de vitória, uma candidata à reeleição. Uma declaração ambiciosa que tenta projetar um futuro para seus eleitores. Se o primeiro mandato for positivo, a expectativa de uma reeleição fica mais próxima a realidade. Durante a entrevista, quando questionada em temas sensíveis, a candidata respondeu de forma clara e honesta, sem fugir aos temas perguntados.
Ao ser questionada sobre a polarização entre Boulos e Nunes favorecendo sua candidatura, Tabata deixou claro que esta polarização não é boa para ambos os lados e citou um exemplo que mancha a cidade de São Paulo: a cracolândia. “Meu pai era dependente químico e nunca conseguiu uma vaga no sistema público de saúde. A gente perdeu meu pai com 39 anos, para o crack. Esse é um problema que não é só da cracolândia, é das famílias brasileiras. Todos os governos municipais e estaduais viram apenas uma questão, a da segurança pública”.
Tabata, ao falar do problema familiar e da perda do pai, devolve o debate para o campo da saúde familiar e social. Essa é uma nova perspectiva de enfrentar um problema tão duro para todos. Seguindo com outros pontos, foi possível entender que ela espera o apoio de Datena, como vice-prefeito, mesmo tímido, mas que seja proativo.
Geraldo Alckmin começa a unir-se a Tabata, orientando-a em reuniões e estará disponível a subir em palanques quando solicitado. A agenda de Alckmin como vice-presidente e ministro deixam-no distante de São Paulo.
Pelo visto, as eleições municipais em Sampa apresentarão um nível elevado de debates e tudo indica que Tabata chegará com chances de vitória.
Vamos aguardar!

