🚨 Alerta no ar: Influenza A responde por 72,5% das mortes por SRAG no Brasil
Fiocruz aponta alta em crianças e idosos e reforça urgência da vacinação
O novo boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz, acendeu um sinal de alerta em todo o país: 72,5% dos óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas últimas semanas estão relacionados ao vírus influenza A. A análise, referente à Semana Epidemiológica 21 (18 de abril a 25 de maio), mostra que a doença voltou a crescer com força em crianças pequenas, adultos e idosos, com níveis de incidência variando entre moderado e muito alto.
Entre os casos positivos mais recentes de SRAG, a influenza A lidera com 36,5% dos diagnósticos, seguida por Vírus Sincicial Respiratório (50,7%), rinovírus (14,7%) e Covid-19 (2,1%). No recorte de óbitos, a influenza A dispara na frente, sendo responsável por quase três quartos das mortes registradas nesse período.
📊 Em 2025, o Brasil já acumula 75.257 notificações de SRAG, das quais 36.622 tiveram confirmação laboratorial de algum vírus respiratório. Os dados reforçam o cenário preocupante: 22 estados e 19 capitais estão em níveis de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento sustentado, tanto no curto quanto no longo prazo.
💉 Diante do avanço da doença, a Fiocruz reforça o chamado à vacinação. A pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da instituição, ressalta que vacinar-se o quanto antes é crucial, especialmente para crianças, idosos e outros grupos de risco:
“A vacina ainda leva cerca de 15 dias para fazer efeito, então quanto antes tomar, melhor”, afirma.
📍 Estados com crescimento de casos e alerta máximo incluem: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Amazonas, Paraná, Goiás, entre outros. Já nas capitais, destaque para Manaus, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo, todas em alta contínua de SRAG.
Apesar de um possível início de queda do VSR em alguns estados como São Paulo, RN e DF, os números gerais ainda exigem vigilância e ação rápida. A influenza A segue com incidência alta, mesmo onde os registros começaram a estabilizar, como no Pará e em Mato Grosso do Sul.
A situação é dinâmica e os dados mais recentes podem sofrer alterações conforme novos resultados laboratoriais são inseridos no sistema.
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