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DF aprova lei que garante rejuvenescimento íntimo gratuito para mulheres

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💗 DF aprova lei que garante rejuvenescimento íntimo gratuito para mulheres 💆‍♀️

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Uma nova lei sancionada no Distrito Federal representa um avanço importante no cuidado da saúde íntima de mulheres em tratamento contra o câncer. Em vigor desde 15 de julho, a Lei nº 7.729/2025 cria o Programa Distrital de Rejuvenescimento Íntimo (PRI), que prevê tratamento gratuito para pacientes oncológicas que enfrentam efeitos colaterais relacionados à saúde ginecológica.

Os atendimentos deverão ocorrer em unidades públicas, privadas ou conveniadas, desde que devidamente habilitadas. No entanto, apesar da sanção, o GDF ainda não regulamentou como será a aplicação prática da norma, nem divulgou previsão para início do programa.

🔬 Além da estética: foco na saúde e bem-estar

Apesar do nome “rejuvenescimento íntimo”, especialistas ressaltam que a proposta vai muito além de questões estéticas. Os procedimentos têm como objetivo:

Segundo o oncologista Gustavo Fernandes, o termo “rejuvenescimento” pode soar superficial, mas o foco é reabilitação funcional de pacientes que sofrem com alterações vaginais decorrentes de quimioterapia, radioterapia e terapias hormonais.

💡 “Trata-se de um cuidado clínico, emocional e funcional que melhora a autoestima, o bem-estar e a qualidade de vida dessas mulheres. É uma reparação necessária, principalmente para pacientes do SUS que não têm acesso fácil a essas terapias”, afirma o médico.

👩‍⚕️ Tratamentos recomendados no PRI

A ginecologista Graziela Fernanda de Jesus explica que o PRI envolve técnicas seguras e acessíveis, com resultados eficazes logo nas primeiras sessões. Os principais métodos incluem:

Cada paciente deve ser avaliada individualmente, mas normalmente são indicadas de 3 a 4 sessões, com intervalos mensais.

🏛️ Veto parcial e impasse na implementação

Apesar da lei ter sido sancionada, o governador Ibaneis Rocha vetou o artigo que responsabilizava o GDF pela oferta de equipamentos e capacitação profissional. O veto será analisado pela Câmara Legislativa nas próximas semanas e pode atrasar a efetivação do programa.

O projeto nasceu a partir de conversas com pacientes organizadas pela Frente Parlamentar de Enfrentamento ao Câncer, liderada pelo deputado Eduardo Pedrosa (União), autor da proposta. Ele defende que o programa pode resgatar a dignidade e o direito ao cuidado completo da mulher em tratamento oncológico.

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