Linkezine

📢 Chile vai às urnas: disputa acirrada marca primeiro turno presidencial 🔥🇨🇱

Anúncios

📢 Chile vai às urnas: disputa acirrada marca primeiro turno presidencial 🔥🇨🇱

Segurança, economia e imigração dominam campanha em eleição histórica no país.

O Chile vive neste domingo (16) um dos pleitos mais decisivos de sua história recente. Pela primeira vez com voto obrigatório, o país escolhe não apenas o novo presidente, mas também renova toda a Câmara dos Deputados e metade do Senado. A expectativa é alta: enquanto a esquerda chega na frente nas pesquisas, a direita aparece mais competitiva para um possível segundo turno — marcado para 14 de dezembro.

Na liderança, segundo os levantamentos mais recentes, está Jeannette Jara, candidata da coligação governista pelo Partido Comunista. Em segundo lugar aparece José Antonio Kast, do Partido Republicano, representante da extrema-direita. A disputa pela terceira colocação, porém, segue embaralhada entre três nomes do campo conservador, cenário que tende a fortalecer a direita em um eventual confronto final.

A campanha foi marcada por um debate intenso em torno de três eixos: violência, imigração e economia. A segurança pública se tornou o tópico mais sensível, em meio ao aumento da criminalidade e à preocupação com redes internacionais de tráfico. Durante o último debate televisivo, inclusive, operações policiais no Rio de Janeiro foram citadas como exemplo, levando os candidatos a se posicionarem sobre o uso de força letal — tema que revelou divergências profundas.

Kast defende medidas rígidas, como a expulsão de imigrantes sem documentos e a construção de um muro na fronteira norte. Já Jara propõe mecanismos de rastreamento financeiro para enfraquecer o crime organizado, incluindo a revogação do sigilo bancário de suspeitos. No campo econômico, ela aposta em políticas como salário mínimo nacional, teto para medicamentos e a criação da Empresa Nacional de Lítio, setor estratégico em um país que abriga as maiores reservas do mundo.

Kast, por sua vez, promete limitar a imigração, reduzir gastos públicos e ampliar parcerias público-privadas em áreas como saúde e educação.

Enquanto o Chile decide seu futuro político, o Equador também vive um domingo decisivo. Cerca de 14 milhões de eleitores participam de um referendo que pode autorizar o retorno de bases militares estrangeiras, abolidas desde 2008. A consulta inclui ainda a possibilidade de uma nova Constituição, o fim do financiamento público aos partidos e a redução do número de congressistas.

A votação ocorre em meio a tensões regionais e ao aumento da violência, enquanto o presidente Daniel Noboa, aliado de Donald Trump, tenta avançar em sua agenda de combate ao narcotráfico — frequentemente contestada pela Justiça equatoriana.

Os primeiros resultados no Chile devem ser divulgados ainda esta noite, com apuração rápida prevista pelas autoridades eleitorais.

Dia decisivo na América do Sul: Chile realiza primeiro turno com disputa acirrada e Equador vota mudanças estruturais em referendo nacional.  #Eleições2025 #PoliticaInternacional #Chile #MundoHoje

 

disponível para venda na Amazon:   https://a.co/d/0gDgs0S

Sair da versão mobile