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⚡🌱 Nova MP promete revolução no setor elétrico e energia mais livre e sustentável

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⚡🌱 Nova MP promete revolução no setor elétrico e energia mais livre e sustentável

Medida Provisória 1.304 redesenha regras, amplia o Mercado Livre e fortalece transição energética no Brasil.

O setor elétrico brasileiro se aproxima de uma virada histórica. Prestes a ser sancionada, a Medida Provisória 1.304/2025 promete redesenhar a relação entre consumidores, fornecedores e o sistema energético nacional. A proposta, aprovada pelo Congresso, abre definitivamente as portas do Mercado Livre de Energia e estabelece uma nova lógica de competitividade, segurança e sustentabilidade — pilares que devem transformar a forma como o país produz, compra e consome energia.

Para Tiago Fassbinder, gestor de consumidores da Spirit Energia, a MP representa o mais robusto avanço regulatório em mais de uma década. “É a consolidação da liberdade de escolha. O consumidor passa a decidir de quem compra, como compra e qual fonte deseja consumir. Isso fortalece a concorrência e impulsiona um modelo mais moderno, eficiente e alinhado à transição energética”, afirma.

A abertura será gradual e estratégica: indústrias e comércios poderão migrar totalmente em até 24 meses, enquanto consumidores residenciais terão acesso ao mercado livre em até 36 meses. A medida deve estimular ofertas personalizadas, contratos flexíveis e maior transparência no setor.

Para garantir estabilidade nesse processo, a MP cria o Supridor de Última Instância (SUI), responsável por assegurar fornecimento emergencial caso algum consumidor do mercado livre fique sem contrato ativo. O mecanismo inibe riscos sistêmicos e distribui os custos exclusivamente entre os agentes do mercado livre, preservando os consumidores cativos.

A MP também revisa descontos tarifários historicamente aplicados às fontes incentivadas. Quem já está no Ambiente de Contratação Livre mantém o incentivo nas tarifas TUSD/TUST, enquanto novos consumidores não terão acesso ao benefício após a sanção. Para Fassbinder, a revisão busca equilibrar o sistema: “Os incentivos cumpriram seu papel no fomento às renováveis. Agora, o foco é sustentabilidade econômica.”

Outro ponto de destaque é a compensação retroativa para usinas solares e eólicas afetadas pelo curtailment — quando o operador do sistema precisa cortar a geração por questões técnicas. A indenização será feita via Encargos de Serviço do Sistema e ainda depende de regulamentação do MME e do ONS.

A MP também abre espaço para tecnologias essenciais da transição energética, como sistemas de armazenamento (BESS), com isenção de imposto de importação e incentivos fiscais estimados em R$ 1 bilhão anuais entre 2026 e 2030. Ao mesmo tempo, prorroga até 2040 os subsídios às usinas a carvão do Sul, condicionados a planos de transição justa, com requalificação de trabalhadores e substituição gradual por fontes limpas.

No balanço geral, a Spirit Energia avalia que a MP 1.304 inaugura uma era de competitividade sustentável. “Empresas que entenderem esse movimento sairão na frente. A energia do futuro é limpa, digital, descentralizada — e o Brasil está pronto para liderar esse cenário”, conclui Fassbinder.

A MP 1.304 promete transformar o setor elétrico: mais liberdade, segurança e energia sustentável para todos. O futuro chegou. ⚡🌱 #TransiçãoEnergética #EnergiaSustentável #MercadoLivreDeEnergia #InovaçãoVerde

 

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