🎯🌱 R$ 70,2 milhões para impulsionar a sociobioeconomia na Amazônia
Edital selecionará seis redes regionais para criar núcleos de inovação sustentável
O anúncio feito pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em parceria com a Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e o Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW), marca um novo capítulo para o desenvolvimento sustentável na região amazônica. Com aporte inicial de R$ 70,2 milhões, a chamada pública irá selecionar seis redes regionais responsáveis por estruturar os primeiros Núcleos de Desenvolvimento da Sociobioeconomia em territórios estratégicos da Amazônia Legal.
A iniciativa integra o projeto “Sociobioeconomia na Amazônia”, que terá duração de quatro anos e investimento total superior a R$ 120 milhões — montante viabilizado com apoio do Ministério Federal de Cooperação Econômica e Desenvolvimento da Alemanha (BMZ). Os territórios contemplados incluem Altamira, Portel e Salgado-Bragantino, no Pará; Macapá, no Amapá; Juruá-Tefé, no Amazonas; e Rio Branco–Brasileia, no Acre. Cada núcleo poderá receber até R$ 11,7 milhões para impulsionar ações de inovação, formação técnica e fortalecimento das cadeias produtivas regionais.
Segundo Bruna De Vita, diretora do Departamento de Políticas de Estímulo à Bioeconomia do MMA, o projeto nasce apoiado em bases sólidas de pesquisa, mapeamento territorial e integração entre comunidades, instituições científicas e polos de tecnologia. A proposta, reforça ela, é estruturar espaços capazes de reunir organizações comunitárias, cooperativas, empreendimentos locais e instituições de ensino e pesquisa, formando redes que se tornem referências regionais em gestão, assistência técnica, comunicação e inovação produtiva.
O lançamento do edital coincide com a assinatura do novo contrato entre FAS, KfW e MMA, consolidado durante cerimônia no barco cultural “Banzeiro da Esperança”, em Belém. Representantes de comunidades amazônicas, lideranças públicas e integrantes das instituições parceiras participaram do encontro, que simbolizou o compromisso conjunto de ampliar o acesso das populações tradicionais às políticas de desenvolvimento sustentável.
Para Jens Mackensen, do KfW, a força do projeto está na mobilização social. Ele destaca que pressões positivas — vindas das cadeias produtivas, coletivos organizados e populações tradicionais — são essenciais para aprimorar políticas públicas e garantir que elas cheguem de forma efetiva aos territórios.
Como agência implementadora, a FAS assumirá a execução técnica e financeira, acompanhando de perto a implantação dos núcleos. Para o superintendente-geral da instituição, Virgilio Viana, trata-se de uma das maiores iniciativas já estruturadas na Amazônia para integrar conservação ambiental, desenvolvimento econômico e inclusão social. “A sociobioeconomia é a base de um novo modelo de prosperidade para os povos da floresta”, afirma.
Amazônia recebe investimento histórico: R$ 70,2 milhões para criar núcleos de sociobioeconomia e fortalecer comunidades tradicionais. Um novo caminho sustentável nasce agora.
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