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🎯 Via Liberdade sai do papel e redesenha o caminho histórico de Minas

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Minas Gerais amanheceu com a sensação de que o mapa começou a se mover. Entre discursos, assinaturas e expectativas antigas, o Governo do Estado oficializou a concessão da Via Liberdade, um dos maiores projetos rodoviários da história mineira. O contrato, assinado em Belo Horizonte, marca o início de uma transformação profunda no eixo que conecta tradição, turismo e desenvolvimento econômico.

Batizado de Lote Rodoviário Ouro Preto–Mariana, o projeto nasce com ambição proporcional à sua simbologia. São 190 quilômetros de estradas que ligam a Região Metropolitana de Belo Horizonte à Zona da Mata, atravessando cidades onde o passado colonial convive com a urgência do presente. A gestão ficará a cargo do consórcio Rota da Liberdade, vencedor do leilão realizado na B3, em setembro de 2025, com início das operações previsto em até 60 dias.

Durante a cerimônia, o governador Romeu Zema destacou o caráter histórico da concessão. Segundo ele, a Via Liberdade representa mais turismo, empregos e investimentos para a região, além de melhorias diretas na vida de quem circula diariamente pelas rodovias. O vice-governador Mateus Simões reforçou o impacto regional do projeto, lembrando que a iniciativa amplia a integração entre áreas estratégicas do estado, incluindo a Zona da Mata.

Com investimentos estimados em quase R$ 5 bilhões — sendo R$ 1,7 bilhão provenientes do Acordo de Reparação do Rio Doce — a concessão prevê uma série de intervenções estruturais. Entre elas estão a duplicação integral da BR-356, 78,7 quilômetros de pistas duplicadas, 40,66 quilômetros de terceiras faixas e acostamentos em todo o trajeto. Também está prevista a construção do Contorno Viário de Cachoeira do Campo, com 7,3 quilômetros em pista dupla.

A segurança viária ganha protagonismo no projeto. A Via Liberdade contará com área de escape na Serra da Santa, em Itabirito, ponto crítico para acidentes, além de um Ponto de Parada e Descanso para motoristas profissionais, próximo a Amarantina. Atendimento médico, socorro mecânico 24 horas, centro de controle operacional e bases de apoio completam o pacote.

Quando as obras forem concluídas, o impacto será sentido no relógio: a viagem entre Belo Horizonte e Rio Casca deve ficar até 40 minutos mais curta, enquanto o trajeto até Ouro Preto será reduzido em mais de 20 minutos. O pedágio, por sua vez, só será cobrado após as melhorias iniciais.

Mais do que encurtar distâncias, a Via Liberdade inaugura um novo tempo. Um caminho onde mobilidade, memória e futuro seguem lado a lado, pavimentando uma Minas que continua em movimento.

 

Quando estrada vira projeto de futuro, Minas segue em frente.   #Infraestrutura #MinasGerais

 

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