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“O Morro dos Ventos Uivantes” lidera bilheterias e transforma clássico em fenômeno pop

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O vento sopra forte nas salas de cinema — e não é apenas metáfora. Em plena semana de Carnaval, enquanto o país dividia atenções entre blocos e desfiles, um romance tempestuoso arrebatava plateias de Norte a Sul. “O Morro dos Ventos Uivantes”, dirigido por Emerald Fennell, estreou como quem chega para ficar: em apenas sete dias, levou 409 mil pessoas aos cinemas brasileiros e arrecadou R$ 9,6 milhões, alcançando o primeiro lugar nas bilheterias nacionais e repetindo o feito em outros mercados ao redor do mundo.

A nova adaptação do clássico de Emily Brontë aposta em uma leitura contemporânea, intensa e visualmente arrebatadora. Margot Robbie assume o papel de Cathy com a força dramática que já lhe rendeu indicações ao Oscar e ao BAFTA, enquanto Jacob Elordi constrói um Heathcliff magnético, dividido entre paixão e ressentimento. Juntos, dão vida a uma história que atravessa gerações, marcada por amor indomável, orgulho ferido e escolhas que ecoam no tempo.

Sob a direção de Fennell — vencedora do Oscar e do BAFTA — o romance ganha contornos modernos sem perder a essência trágica. A cineasta imprime sua assinatura autoral, equilibrando lirismo e intensidade em uma narrativa que se move como o próprio vento dos pântanos ingleses: ora suave, ora devastador. A trilha sonora original de Charli XCX adiciona uma camada inesperada e pulsante, criando pontes entre o século XIX e a sensibilidade contemporânea.

O elenco de apoio reforça o peso da produção, reunindo nomes como Hong Chau, Shazad Latif, Alison Oliver, Martin Clunes e Ewan Mitchell. Produzido por Fennell, Josey McNamara e Margot Robbie, o longa consolida a parceria entre a diretora e a LuckyChap Entertainment, reafirmando o compromisso com narrativas femininas potentes e ousadas.

Distribuído pela Warner Bros. Pictures, o filme está em cartaz em todo o Brasil desde 12 de fevereiro de 2026, com sessões também em IMAX e versões acessíveis. A recepção calorosa demonstra que clássicos literários, quando revisitados com autenticidade e coragem estética, encontram novas gerações dispostas a se emocionar.

Entre paixões arrebatadoras e paisagens dramáticas, “O Morro dos Ventos Uivantes” prova que certas histórias nunca deixam de soprar — apenas mudam de direção.

 

O amor mais intenso da literatura agora domina as telonas. Você já assistiu?  #Cinema2026
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