Algumas músicas não envelhecem — atravessam gerações como quem desafia o tempo. No dia 2 de março de 2026, às 20h, o Teatro Bradesco, em São Paulo, recebe o espetáculo inédito “Canções de Cazuza”, um encontro entre a potência do rock brasileiro e a grandiosidade da música sinfônica.
No palco, Bebel Gilberto, Criolo, Rogério Flausino e Wilson Sideral assumem o repertório do poeta exagerado, acompanhados pela Orquestra Sinfônica Heliópolis, sob regência do maestro Edilson Ventureli. O resultado promete ser mais do que um show: uma releitura emocional e sofisticada de canções que marcaram a história da música nacional.
Hits como “Exagerado”, “O Tempo Não Para”, “Pro Dia Nascer Feliz”, “Ideologia” e “Codinome Beija-Flor” ganham novos arranjos, desenhados especialmente para o projeto. A proposta é ampliar camadas, tensionar silêncios e permitir que cordas, sopros e percussões dialoguem com versos que seguem atuais. “É emocionante ver como a música popular ganha novas camadas quando dialoga com a orquestra”, afirma Ventureli, destacando o orgulho de conduzir a Heliópolis nessa homenagem.
O espetáculo foi concebido exclusivamente para o palco e integra o projeto “Teatro Bradesco Apresenta”, iniciativa que transforma apresentações ao vivo em registros digitais permanentes e gratuitos, ampliando o acesso à cultura. Em 2025, o projeto reuniu nomes como Vanessa da Mata, Thiaguinho e Roupa Nova — agora, é a vez de Cazuza ecoar em versão sinfônica.
Há também um gesto de continuidade fora do palco. Parte da renda dos ingressos será destinada à Sociedade Viva Cazuza, reforçando o legado social do artista. Já a presença da Orquestra Sinfônica Heliópolis evidencia o trabalho do Instituto Baccarelli, que desde 1996 promove formação musical de excelência para jovens da comunidade de Heliópolis, aliando arte e transformação social.
Com duração aproximada de 90 minutos e classificação livre, o concerto abre as portas às 19h. Os ingressos, a partir de R$ 50, estão disponíveis em uhuu.com e nas bilheterias físicas.
Entre a rebeldia poética de Cazuza e a disciplina orquestral, o espetáculo propõe um reencontro com canções que nunca deixaram de pulsar. Porque há vozes que permanecem — e quando encontram novos arranjos, renascem.
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