Bvlgari estreia na Biennale Arte com instalações que unem memória e transformação
Marca amplia presença artística em Veneza
Veneza sempre parece caminhar entre o passado e o futuro. Em 2026, essa travessia ganha um novo capítulo com a chegada da Bvlgari como Parceira Exclusiva da Exposição Internacional de Arte da La Biennale di Venezia até 2030. A Maison italiana inicia sua atuação no tradicional evento com duas propostas artísticas que transformam espaços históricos da cidade em experiências sensoriais marcadas por tempo, luz e permanência.
A estreia da marca acontece em dois pontos emblemáticos da Biennale. Nos Giardini, o recém-anunciado Pavilhão Bvlgari recebe a artista canadense Lotus L. Kang com a instalação “The face of desire is loss”. Já a Fondazione Bvlgari apresenta sua primeira exposição institucional na Biblioteca Nazionale Marciana, reunindo obras inéditas das artistas italianas Lara Favaretto e Monia Ben Hamouda.
Ao ocupar Veneza, a Bvlgari reforça uma relação antiga com a arte contemporânea, agora ampliada em escala internacional. Mais do que patrocínio cultural, a iniciativa sinaliza um movimento de aproximação entre luxo, experimentação estética e preservação de patrimônio histórico.
No Pavilhão Bvlgari, Lotus L. Kang desenvolve uma instalação construída a partir de filmes fotográficos não fixados, suspensos em estruturas metálicas e continuamente alterados pela luz e pela umidade do ambiente. O resultado é uma obra viva, em constante transformação, que rejeita qualquer ideia de permanência absoluta.
Entre películas, esculturas e superfícies translúcidas, a artista investiga o tempo como matéria instável. Tatames, formas moldadas e elementos orgânicos criam um percurso onde o visitante deixa de ser apenas observador para se tornar parte da própria experiência visual.
“Colados uns aos outros em uma composição que rejeita fixidez ou singularidade, o corpo-como-ambiente encontra-se aqui em um processo de transmutação”, define Kang sobre a instalação.
Enquanto isso, na Biblioteca Nazionale Marciana, o diálogo acontece com a memória e o conhecimento. Monia Ben Hamouda apresenta “Fragments of Fire Worship” no Vestíbulo da instituição, enquanto Lara Favaretto ocupa o histórico Salone Sansovino com o capítulo final de “Momentary Monument – The Library”.
As duas artistas possuem trajetórias ligadas a importantes premiações italianas e consolidam a proposta da Fondazione Bvlgari de incentivar produções contemporâneas conectadas à pesquisa artística e à experimentação.
Em Veneza, onde cada corredor parece guardar ecos de séculos diferentes, a Bvlgari transforma sua entrada na Biennale em uma afirmação estética: a arte continua sendo uma das formas mais sofisticadas de permanência no mundo contemporâneo.
Arte, luz e transformação: a Bvlgari chega à Biennale de Veneza com experiências que atravessam o tempo. 🎨 #BiennaleArte #ArteContemporanea
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