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Investigação de Estupro Coletivo em Praia Grande

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A Delegacia de Defesa da Mulher de Praia Grande está investigando um caso de estupro coletivo envolvendo uma menina de 13 anos. O crime ocorreu durante um encontro com seu suposto namorado, de 15 anos. A vítima foi violentada por 10 homens e permaneceu desaparecida por dois dias.

Desaparecimento e Descoberta do Crime

O desaparecimento da menina foi reportado à polícia após a família descobrir o crime por meio da mãe de uma colega. Um homem de 18 anos já foi preso. A delegada Lyvia Cristina Bonella informou que, durante o período em que esteve desaparecida, em julho, a adolescente foi estuprada por pelo menos 10 homens em três locais diferentes.

Detalhes do Crime

A vítima tinha um relacionamento com um rapaz menor de idade, que marcou um encontro em uma casa emprestada. Ao chegar, a menina encontrou outros homens no local. Segundo relatos, o suposto namorado forçou a adolescente a ter relações sexuais com ele e outro rapaz, mesmo ela negando.

A delegada Lyvia Bonella relatou que a adolescente manteve relação com um dos homens, ingeriu bebida alcoólica e, posteriormente, foi levada para outra casa, onde foi estuprada por oito pessoas. O grupo ainda se deslocou para outro local, onde a menina foi abusada por mais três pessoas. A delegada estima que entre 10 a 12 criminosos estejam envolvidos no estupro.

Investigação e Prisões

A testemunha que revelou o estupro aos pais da vítima descobriu a situação ao assistir um vídeo da adolescente sendo violentada. As imagens permitiram à polícia identificar cinco dos envolvidos. Quatro dos identificados são menores de idade e um é maior, que foi preso temporariamente para a continuidade das investigações. A polícia encaminhou um procedimento ao Ministério Público por tratar-se de ato infracional.

Considerações da Delegada

A delegada ressaltou que, por se tratar de uma menor de 13 anos, o crime é considerado estupro de vulnerável, independentemente do consentimento da vítima. Durante a prisão, o criminoso não quis prestar depoimento. A identificação foi possível através de conversas no Instagram, autorizadas pelos pais da vítima, que foram enviadas para perícia.

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