Galvão Bueno critica tragédia no Chile: “O que acontece em muitos jogos da Libertadores é uma vergonha”
A tragédia que antecedeu a partida entre Colo-Colo e Fortaleza, em Santiago, Chile, escancarou mais uma vez os riscos da negligência em grandes eventos esportivos na América do Sul. Duas pessoas perderam a vida em um tumulto nos arredores do Estádio Monumental, horas antes do jogo da fase de grupos da Copa Libertadores. A reação veio imediata — e contundente.
Galvão Bueno, ícone da narração esportiva brasileira, não poupou críticas. Em suas redes sociais, o comunicador elevou o tom ao classificar o ocorrido como “absurdo” e reforçou sua opinião de longa data: “Eu sempre disse que o Chile é o pior lugar pra se jogar.”
Segundo Galvão, a torcida do Colo-Colo invadiu o gramado, revoltada com a morte dos torcedores fora do estádio. O time do Fortaleza, diante da tensão, precisou se abrigar nos vestiários. O jogo acabou suspenso. “Felizmente, todos estão bem”, completou ele em sua publicação.
A tragédia aconteceu na comuna de Macul, onde se localiza o estádio. Informações preliminares indicam que o tumulto teve início após torcedores tentarem forçar a entrada no local, causando uma espécie de “avalanche humana”. Uma grade de contenção cedeu com a pressão da multidão, levando a diversos feridos e dois mortos confirmados.
As autoridades investigam duas hipóteses principais: a primeira sugere que um veículo policial teria atropelado os torcedores após a grade cair. A segunda aponta que as vítimas foram esmagadas pela própria multidão em pânico, ao tentar acessar o estádio desordenadamente.
O episódio reforça a necessidade urgente de revisão dos protocolos de segurança em jogos de alto risco, especialmente em competições como a Libertadores, frequentemente marcadas por episódios de violência, desorganização e omissão.
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