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Botafogo tropeça em Bragança: atuação apática e escolhas questionáveis pressionam Renato Paiva

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Botafogo tropeça em Bragança: atuação apática e escolhas questionáveis pressionam Renato Paiva

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Na tarde deste sábado, às 16h, o Botafogo entrou em campo contra o Red Bull Bragantino pela rodada do Campeonato Brasileiro, em Bragança Paulista. E mais uma vez, decepcionou. Derrotado por 1 a 0, o time carioca voltou a apresentar um futebol abaixo da crítica, dando sinais preocupantes de estagnação em campo — e na prancheta.

O único gol da partida, marcado pelo Bragantino, foi suficiente para selar a vitória e garantir vantagem ao time paulista na tabela. Para o Botafogo, a derrota simboliza mais do que a perda de três pontos: expõe um elenco que não se encontra taticamente, e um técnico que insiste em fórmulas que não funcionam.

Renato Paiva, treinador da equipe alvinegra, adotou um discurso otimista na coletiva pós-jogo. Segundo ele, o incentivo da torcida durante os 90 minutos é mais valioso do que as vaias ao final, que também vê como “positivas”. A leitura, no entanto, contrasta com o que se viu em campo: um time sem articulação, travado, e com escolhas técnicas duvidosas.

 

Um dos principais pontos de questionamento é a insistência em escalar Patrick de Paula como terceiro volante — uma função que exige precisão tática, visão de jogo e entrega física. Paula, no entanto, não tem conseguido corresponder às exigências da posição, acumulando atuações apagadas e pouca produtividade.

A paciência da torcida já dá sinais de desgaste. O Botafogo não repete nem de longe o desempenho que encantou em momentos do ano passado. A queda é visível em todos os setores: marcação frouxa, passes errados, pouca agressividade ofensiva e finalizações inofensivas.

Na próxima rodada, o desafio será contra o São Paulo — um confronto que exige mais do que promessas. Exige reação. O Botafogo precisa revisar sua postura, seus esquemas e, principalmente, suas escolhas. Três volantes mal distribuídos no meio-campo não formam uma base sólida. Formam um obstáculo para a criatividade e fluidez.

É hora de reformular, de ajustar a rota. O Brasileirão não perdoa hesitação.

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