Linkezine

🎯🔥 Festival Feira Negra do Ceará toma a Estação das Artes em celebração viva de ancestralidade

Anúncios

🎯🔥 Festival Feira Negra do Ceará toma a Estação das Artes em celebração viva de ancestralidade

📝 Um encontro que une arte, memória e resistência afro-brasileira.

O sábado ganhou novos contornos na Estação das Artes, em Fortaleza, quando as portas se abriram para o 3º Festival Feira Negra do Ceará, uma ocupação vibrante que transformou o espaço cultural em território de memória, criação e celebração. Desde o início da tarde, o movimento já anunciava o que viria: cores, ritmos, aromas e histórias que atravessam séculos, conectando passado e futuro em um único fluxo – um fluxo que respira ancestralidade.

A programação começou às 14h10 com o cerimonial de abertura, preparando o público para o cortejo que logo tomaria conta da Gare. Às 14h30, o grupo Macumaxé: Somos Maracatu apresentou a “Coroação da Rainha Lúcia Simão”, num percurso que seguiu até a Kuya – Centro de Design do Ceará. O cortejo, carregado de símbolos e energia, reafirmou a força de uma tradição que resiste há gerações, encerrando-se na emocionante coroação da Rainha, momento que encantou o público e firmou o espírito do festival.

Ao longo da tarde, a Kuya se tornou ponto de encontro para debates, trocas e descobertas. A exposição Moda Ancestral, aberta ao público desde o meio-dia, apresentou peças que conectam heranças africanas à estética contemporânea. Às 15h, a mesa “Maracatu Coroa Rainha” trouxe pesquisadores e brincantes para uma conversa imersiva sobre identidade e território, seguida, às 15h45, por uma roda de diálogo sobre arte, cultura e resistência, reunindo empreendedores negros e artistas visuais. Ambas as atividades contaram com tradução simultânea em Libras.

A programação continuou com narrativas potentes: às 16h30, a contadora Patrícia Adjoké apresentou “As Rainhas Negras”, mergulhando as crianças e os adultos em histórias que exaltam figuras femininas da diáspora africana. Uma hora depois, às 17h30, a Oficina de Bonecas Abayomi, conduzida por Virgínia Ramos, mostrou como pequenos gestos preservam memórias imensas.

Cada detalhe do festival reafirmou sua essência: economia criativa, arte e formação caminhando juntas, costurando cultura com afeto. Mais que uma programação, o evento se consolidou como um espaço de reafirmação identitária e fortalecimento das expressões afro-brasileiras, numa celebração que ecoa bem além do sábado.

Ancestralidade, arte e resistência tomaram conta da Estação das Artes no 3º Festival Feira Negra do Ceará. Um sábado para celebrar raízes vivas e histórias que ecoam. ✊🏾✨#CulturaAfro #ConsciênciaNegra #FortalezaCultural #ArteEResistência

 

disponível para venda na Amazon:   https://a.co/d/0gDgs0S

 

Sair da versão mobile