O carnavalesco Paulo Barros, da Vila Isabel, reafirmou sua posição contrária aos enredos afro, alegando que não tem a obrigação de abordar a temática. A declaração gerou polêmica no mundo do samba, já que 9 das 12 escolas do Grupo Especial trarão referências às religiões de matriz africana. O debate levanta questões sobre a liberdade de criação artística no carnaval e a representatividade da cultura afro-brasileira.
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