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🎯📢🔥 Pirenópolis se reinventa e vira refúgio para quem busca uma segunda moradia

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Às vésperas de completar 300 anos, Pirenópolis vive um novo capítulo de sua história. Tradicionalmente reconhecida como um dos principais destinos turísticos de Goiás, a cidade amplia seu papel e se consolida, cada vez mais, como escolha estratégica para quem busca uma segunda moradia — um lugar para desacelerar, reconectar-se com a natureza e escapar do ritmo acelerado dos grandes centros.

Fundada em 1727 e tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1990, Pirenópolis preserva um dos acervos históricos mais ricos do Brasil Central. Suas ruas de pedra, casarões coloniais e paisagens naturais formam um cenário que atrai visitantes há décadas. Esse apelo, no entanto, começa a se transformar em permanência.

Os números confirmam essa mudança de perfil. Um comparativo entre os Censos Hoteleiros de 2019 e 2024 mostra um crescimento de 22,5% no número de leitos, saltando de 7.699 para cerca de 9.431. Apenas no primeiro semestre de 2025, a cidade recebeu 18% mais visitantes do que no mesmo período do ano anterior, segundo a Secretaria de Turismo. Paralelamente, o interesse por moradia acompanha essa curva ascendente.

Dados do IBGE revelam que Pirenópolis registrou um aumento populacional de 16% entre 2010 e 2022, chegando a 26.690 habitantes — um crescimento quase três vezes superior à média nacional. A proximidade com polos econômicos como Goiânia, Brasília e Anápolis tem pesado na decisão de quem procura um segundo lar.

É o caso da jornalista Lusia Amaral do Couto, moradora de Goiânia, que encontrou em Pirenópolis um refúgio frequente. “A gente ia praticamente todo fim de semana. Quando voltamos, a sensação é de renovação. A cidade transmite uma paz que não se encontra em outro lugar”, relata.

Esse novo perfil de morador impulsiona projetos residenciais planejados, voltados à convivência com a natureza e à qualidade de vida. Para organizar esse crescimento, a cidade aprovou um novo Plano Diretor, em vigor desde julho de 2024, que amplia a área urbana em 66%, estabelecendo regras para preservar o meio ambiente e o patrimônio histórico.

Dentro desse contexto surge o condomínio Aldeia do Vale Pirenópolis, inspirado no conceito de slow living. Com apenas 152 terrenos amplos, áreas verdes generosas e soluções sustentáveis, o projeto reflete a essência da cidade. “Viver devagar é perceber a diferença real na qualidade de vida quando se está próximo à natureza”, resume a arquiteta Andrea Accioly.

Entre passado preservado e futuro planejado, Pirenópolis deixa de ser apenas destino de passagem e se afirma como endereço de permanência.

 

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