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Zema eleva críticas ao STF e confirma candidatura até o fim em 2026

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Zema eleva críticas ao STF e confirma candidatura até o fim em 2026

Ex-governador também criticou Senado e alianças

Em meio à movimentação antecipada para as eleições de 2026, o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, intensificou o tom das críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e reafirmou que pretende levar sua candidatura presidencial até o fim. As declarações, feitas durante agenda pública recente, ampliam o debate político e sinalizam a estratégia do político para os próximos meses.

Zema classificou o funcionamento da Corte com termos duros, como “farra” e “inversão de valores”, e afirmou existir um distanciamento entre a atuação dos magistrados e a percepção da população. O ex-governador citou nominalmente os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli como exemplos de insatisfação popular. Também mencionou Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, ao comentar contratos que, segundo ele, têm gerado indignação.

“Eu trabalhei 30 anos e consegui pouco mais do que um ministro conseguiu em um contrato. Isso me causa indignação. Eu não tenho rabo preso. Podem investigar meu governo e minha empresa, não encontraram nada”, afirmou Zema.

No cenário eleitoral, o ex-governador reforçou que não pretende abrir mão da disputa presidencial. Ele descartou a possibilidade de compor chapa como vice do senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno, embora tenha indicado a possibilidade de apoio mútuo em eventual segundo turno contra candidatos de esquerda.

“Nunca houve nenhum convite formal e nem haverá, porque eu já deixei claro para ele que o meu posicionamento é levar a pré-campanha e a campanha até o final”, declarou. “Nós estaremos juntos no segundo turno, ou eu indo ou ele indo”, acrescentou.

Zema também direcionou críticas ao Senado Federal, classificando a atuação dos parlamentares como insuficiente diante de decisões do Judiciário. Para ele, a mudança política passa por uma atuação mais firme do Legislativo, incluindo a possibilidade de processos de impeachment.

“Espero que minha pré-candidatura impulsione quem está indo para o Senado para fazer a mudança nesse Senado acovardado. Já era para termos processo de impeachment contra essas frutas podres”, afirmou.

Ao comentar a aproximação de Flávio Bolsonaro com partidos do Centrão, como PP e União Brasil, citados em investigações recentes, Zema reiterou sua oposição ao Partido dos Trabalhadores (PT), embora tenha demonstrado ressalvas em relação a outras alianças políticas.

“Eu estarei contra o PT. O PT é o pior para o Brasil. Se houver composição com partidos do Centrão, menos mal. Não digo que fico satisfeito, porque muitos partidos aceitam qualquer tipo de gente. O Novo, não”, disse.

As declarações reforçam o posicionamento político de Zema e indicam que o cenário para 2026 já começa a ganhar contornos mais definidos, com discursos mais firmes e possíveis alianças em construção.

 

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