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O Brasil que eu quero ver!

@linkezine

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As Olimpíadas de Tóquio começaram e com ela, as emoções. O Brasil já está com o seu melhor desempenho nos Jogos Olímpicos de todos os tempos, incluindo novos esportes como skate e surf. Com isso, o Brasil ganhou fôlego e boas chances de medalhas, foi o caso da Rayssa e Ítalo, ambos fazendo história nos jogos olímpicos.

A fadinha, apelido que Rayssa conquistou nos tempos que praticava skate fantasiada de fada, com apenas 7 anos. Uma fantasia de criança que se tornou realidade, aos 13 anos. Rayssa hoje inspira outras meninas que, no dia seguinte da sua conquista, tomaram coragem e algumas pistas de skate começaram a receber novas adeptas.

Ítalo é outro caso que deixa qualquer brasileiro emocionado. Um menino que brincava de surf com uma tampa de isopor, enquanto seu pai vendia peixe. Assim nascia o atleta Ítalo, que mais tarde se tornaria o primeiro campeão olímpico de surf, deixando seu nome gravado na história dos jogos, da mesma forma que Rayssa. Foram dois momentos importantes para os medalhistas, sendo o primeiro da Rayssa com sua dancinha e o segundo, a entrevista de Ítalo. Vamos rever.

Rayssa:

Ítalo:

Rayssa foi a primeira menina a ganhar a medalha de prata, mas o primeiro atleta a pisar em solo brasileiro, conduzindo a tão sonhada medalha foi Kelvin Hoefler, também do skate. São momentos históricos para o Brasil, promovidos pelo skate, tão criminalizado em outros tempos, hoje, motivo de celebração e renovação para nosso esporte.

Além do surf e do skate temos também o Judô, com Daniel Cargnin, medalha de bronze e Scheffer, na natação, conquistando também o bronze. O Brasil tem muitos motivos para torcer, ainda temos muitos atletas competindo e que trarão alegrias para nossa nação tão assolada pela pandemia, momento muito bem lembrado por Rayssa, em seu desembarque.

Vídeo da Rayssa:

Os jogos olímpicos continuam e com eles, as emoções. Estou confiante que teremos muitos momentos felizes e que o Brasil fará sua melhor participação dessa competição, como a história do nadador Fernado Scheffer, medalha de bronze. Seu treinamento antes dos jogos, devido a pandemia, foi em um açude com raias improvisadas. Era quase impossível acreditar em uma medalha, um sonho improvável que se tornou realidade. É assim, temos que acreditar que o impossível é possível!

A medalhista Mayara Aguiar, com a experiência de outras olimpíadas conquistando o pódio, dessa vez precisou se superar e mesmo após a realização de uma cirurgia foi para repescagem e venceu duas lutas, trazendo sua terceira medalha olímpica para o Brasil.

Tv Globo: Depoimento de Daiane dos Santos.

Superação também define nossa ginasta Rebeca Andrade, que fez história em Tóquio, sendo a primeira ginasta a conquistar uma medalha no individual geral, com possibilidade de obter outras medalhas, uma delas pode vir do solo, com a sua apresentação “Baile na Favela”.

Esse é o Brasil que eu quero ver! Bora Brasil!!                                                #jogosolimpicosdetoquio    

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