🏛️ Planalto reage: Governo federal discute crise após operação letal no RJ ⚖️
Reunião convocada por Alckmin tenta conter tensão entre União e governo do Rio
🏛️ Planalto reage: Governo federal discute crise após operação letal no RJ ⚖️
Reunião convocada por Alckmin tenta conter tensão entre União e governo do Rio
O fim da tarde desta terça-feira (28) trouxe para o Palácio do Planalto um clima de urgência e tensão. Enquanto o país acompanhava as cenas de uma **megaoperação policial no Rio de Janeiro** que deixou **64 mortos e 81 presos**, o governo federal se reuniu para discutir a escalada da violência e as críticas vindas do estado.
O encontro, que durou cerca de uma hora, foi conduzido pelo **presidente em exercício, Geraldo Alckmin**, e contou com a presença dos ministros **Rui Costa (Casa Civil)**, **Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais)**, **Sidônio Palmeira (Secom)** e **Jorge Messias (Advocacia-Geral da União)**. Também participaram representantes da **Justiça, Defesa e Polícia Federal**.
O **presidente Lula**, que retorna de viagem à Ásia, não participou da reunião. Segundo assessores, o avião presidencial não possui comunicação externa nem acesso à internet. A bordo, está também o diretor-geral da **Polícia Federal, Andrei Rodrigues**. Já o ministro da Justiça, **Ricardo Lewandowski**, cumpria agenda oficial no Ceará.
Enquanto Brasília se movia, a disputa política ganhava força. Em coletiva, o **governador Cláudio Castro** afirmou que o Rio estava “sozinho” no combate ao **Comando Vermelho**, culpando a União por não ceder blindados das Forças Armadas. Castro alegou que os pedidos foram negados porque o presidente **Lula é contra decretar a GLO (Garantia da Lei e da Ordem)** — medida constitucional que autoriza o uso temporário das Forças Armadas em ações de segurança pública.
Em resposta, o **Ministério da Defesa** divulgou nota afirmando ter recebido, ainda em janeiro, um pedido relacionado a outro episódio — o assassinato de uma oficial da Marinha em 2024 — e que as ações realizadas respeitaram os limites legais de atuação militar.
Entre pronunciamentos e reuniões, o que se viu foi um **governo tentando equilibrar discurso e ação**, diante de um cenário em que as fronteiras entre segurança e política se confundem. No Planalto, o tom era de prudência; nas ruas do Rio, o eco da violência ainda ressoava.
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⚖️ O Palácio do Planalto virou palco de reuniões e tensão após a megaoperação no Rio que deixou 64 mortos. Alckmin reuniu ministros para tratar da crise, enquanto Lula retornava de viagem. O governo tenta conter os impactos políticos e responder às acusações do governador Cláudio Castro. #Linkezine #RioDeJaneiro #PolíticaNacional #OperaçãoPolicial


O governo federal tem quê intervir na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro. Logo, assim como foi no Distrito Federal. Não pode esperar intervenção já.