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EUA intensificam cerco marítimo e apreendem petroleiro venezuelano no Caribe

Quinta abordagem em semanas expõe estratégia americana contra “navios fantasma”

Nova apreensão no Caribe reforça o bloqueio dos EUA contra navios ligados ao petróleo da Venezuela. #Linkezine 🌍

 

O mar do Caribe voltou a ser palco de uma disputa silenciosa, mas carregada de implicações geopolíticas. Nesta sexta-feira (9), os Estados Unidos confirmaram a apreensão de mais um petroleiro ligado à Venezuela, reforçando o bloqueio marítimo imposto ao país sul-americano. A ação, divulgada oficialmente nas redes sociais do governo americano, marca a quinta abordagem semelhante registrada nas últimas semanas.

O navio apreendido foi identificado como Olina, embora, até pouco tempo atrás, navegasse sob o nome Minerva M. De acordo com a base pública de dados marítimos Equasis, a embarcação operava de forma irregular, utilizando falsamente a bandeira de Timor-Leste. Desde janeiro do ano passado, o petroleiro já constava na lista de embarcações sancionadas pelos EUA, acusado de integrar uma frota clandestina dedicada ao transporte de petróleo venezuelano.

A interceptação ocorreu nas proximidades de Trinidad e Tobago, uma rota estratégica para o escoamento de petróleo na região. Segundo fontes do setor marítimo ouvidas pela agência Reuters, o Olina havia deixado a Venezuela na semana anterior, completamente carregado, pouco depois da prisão do presidente Nicolás Maduro, em 3 de janeiro. O detalhe que chama atenção é que o navio estaria retornando ao país ainda com a carga intacta, indicando possíveis tentativas de despiste ou manobras para driblar o monitoramento internacional.

A secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, repostou imagens da operação e foi direta ao classificar o caso como parte do combate às chamadas “frotas fantasmas”. Em sua declaração, afirmou que os Estados Unidos não permitirão que embarcações sancionadas se escondam sob identidades falsas e garantiu que a Guarda Costeira continuará atuando dentro das leis americanas e internacionais.

Relatórios da empresa britânica Vanguard, especializada em gestão de riscos marítimos, indicam que o sistema de rastreamento AIS do petroleiro estava desligado havia mais de 50 dias, uma prática comum entre navios que tentam evitar detecção. A apreensão é descrita como resultado de uma longa perseguição em alto-mar, envolvendo inteligência, vigilância e cooperação regional.

Após a operação, o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, reforçou que o bloqueio contra petroleiros venezuelanos segue em vigor globalmente. A política foi endurecida em dezembro, quando o então presidente Donald Trump anunciou um “bloqueio total” às embarcações associadas ao comércio de petróleo da Venezuela. Duas apreensões semelhantes já haviam sido registradas em 2025, sinalizando que o cerco marítimo está longe de arrefecer.

Cerco em alto-mar 🚢🔥 EUA intensificam bloqueio e apreendem novo petroleiro ligado à Venezuela no Caribe.   #GeopolíticaGlobal   #CriseInternacional

 

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