Ancelotti mergulha no Carnaval brasileiro em ano de Copa
Técnico vive imersão cultural com a Brahma
Ele já venceu Champions, ergueu troféus continentais e comandou alguns dos maiores craques do planeta. Mas, desta vez, Carlo Ancelotti desembarca no Brasil para um desafio diferente: entender o país que respira futebol — e samba — em igual intensidade. Em pleno ano de Copa, o treinador da Seleção Brasileira iniciou nesta sexta-feira (13) uma imersão cultural pelo Carnaval, a convite da Brahma, dentro da campanha “Tá Liberado Acreditar”.
A jornada começou por Salvador, onde o técnico foi recebido no ritmo acelerado do Circuito Barra-Ondina. Sob o comando de Léo Santana, Ancelotti experimentou o impacto da música que vibra no peito e faz a multidão se mover como um time bem treinado. Ali, entre trios elétricos e mar de foliões, o “Mister” teve o primeiro contato com a dimensão popular da festa.
No sábado (14), a rota segue para São Paulo. No Sambódromo do Anhembi, além de acompanhar os desfiles, o treinador participa de uma conversa com os pentacampeões Denilson, Vampeta e Júnior, no Charla Podcast, realizado dentro do Camarote Bar Brahma. Um encontro que mistura bastidores do futebol, memória afetiva e o clima descontraído da avenida.
A última parada é o Rio de Janeiro, no domingo (15). Na Marquês de Sapucaí, Ancelotti vive o “esquenta” para o Mundial ao lado de Ronaldo Fenômeno, no Camarote Nº1. Entre bateria e comissão de frente, o técnico observa outra seleção em campo: a da cultura brasileira, que transforma espetáculo em identidade.
A iniciativa reforça a estratégia de aproximar esporte e brasilidade em um momento simbólico. Se dentro de campo o desafio é construir um time competitivo, fora dele o objetivo é compreender as múltiplas camadas que formam o país do futebol.
O Carnaval, com sua mistura de cores, ritmos e vozes, oferece a Ancelotti um manual vivo sobre paixão coletiva. Em três cidades, três experiências distintas — e uma mesma essência: a celebração como linguagem universal.
Em ano decisivo, o treinador não apenas observa. Ele mergulha. Porque, no Brasil, para comandar a Seleção, é preciso entender que a torcida também dança.
Do banco de reservas à avenida: o Mister já sente o ritmo do Brasil. #SelecaoBrasileira #Carnaval2026
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