Ex-modelo brasileira acusa Melania e Trump e reacende elo com caso Epstein
Amanda Ungaro volta ao centro de controvérsia
Ex-modelo brasileira acusa Melania e Trump e reacende elo com caso Epstein
Amanda Ungaro volta ao centro de controvérsia
O nome de Amanda Ungaro voltou a circular com força nas redes sociais — desta vez, envolto em acusações, memórias e ameaças públicas. A ex-modelo brasileira, de 41 anos, utilizou a plataforma X no último sábado (11) para fazer declarações contundentes contra Melania Trump e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reacendendo conexões com figuras centrais de um dos escândalos mais sensíveis das últimas décadas: o caso Jeffrey Epstein.
Em uma sequência de publicações, Amanda afirmou ter convivido por cerca de 20 anos no entorno do casal Trump e anunciou que pretende adotar medidas legais. As falas surgiram em resposta a um vídeo recente de Melania, no qual a ex-primeira-dama negava qualquer vínculo com Epstein, financista acusado de tráfico sexual e morto em 2019 enquanto aguardava julgamento.
A trajetória de Amanda ajuda a explicar o peso de suas declarações. Após viver mais de duas décadas nos Estados Unidos, ela foi deportada em outubro de 2025 pelo serviço de imigração americano (ICE). Segundo a própria ex-modelo, a medida teria sido influenciada por seu ex-companheiro, o empresário italiano Paolo Zampolli, figura com trânsito nos bastidores políticos de Washington e fundador da agência de modelos ID Models.
Reportagem do New York Times corroborou parte dessa versão, indicando que Zampolli teria acionado autoridades migratórias para impedir que Amanda deixasse a prisão sob fiança. O contexto envolve uma disputa judicial pela guarda do filho do casal, Giovanni, de 15 anos. Zampolli, por sua vez, mantém relações antigas com Donald Trump, que se intensificaram ao longo dos anos, especialmente a partir de 2016.
É nesse cruzamento de relações — moda, política e poder — que surgem também as conexões com Jeffrey Epstein. Amanda relata ter tido contato pontual com o financista, incluindo uma viagem em 2002 a bordo do chamado “Lolita Express”. Na época, segundo ela, o ambiente já despertava estranhamento, com a presença de jovens que não pareciam se encaixar no perfil tradicional de modelos.
Além disso, registros oficiais mostram que Zampolli aparece diversas vezes em documentos ligados ao caso Epstein, e sua agência teria sido frequentada pelo financista. Amanda já foi convidada, embora ainda não formalmente intimada, a prestar depoimento em investigações conduzidas por autoridades americanas.
Nas redes, o tom das declarações elevou a tensão. A ex-modelo acusa diretamente Melania e promete revelar informações comprometedoras, ampliando o alcance de um episódio que mistura relatos pessoais, disputas judiciais e figuras de projeção internacional.
Em meio a versões, documentos e acusações, o caso reacende debates sobre poder, influência e os bastidores de relações que raramente vêm à tona. E, ao que tudo indica, essa história ainda está longe de um desfecho.
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