Feminicídio

 

Um tema atual que precisa ser discutido. Nosso novo presidente acha que essa lei deve ser substituída por uma arma. Ele faz a seguinte pergunta “Você prefere uma arma na mão ou a lei na outra para conter seu agressor?”. Polêmico e muito autêntico, nosso novo presidente, faz a análise da situação de forma simples e rasa. Sem contexto, ele dá à mulher o direito de se defender com uma arma na mão. Quem vai decidir o que é melhor para a mulher? O povo, o congresso ou a própria mulher?

A resposta, deixo para os especialistas fornecerem, para que se gere um debate produtivo, para que dúvidas possam ser tiradas e elucidadas. Vejo com clareza a lei do feminicídio, como um grande avanço para as mulheres. Durante décadas milhares de mulheres morreram, e ainda morrem por falta de leis que as protejam. Mas, verdade seja dita, o que vale uma lei se o agressor já matou?

Dessa forma vamos construir um painel com as opiniões para podermos entender e discutir esse tema, de forma mais ampla, com punições também em pauta. E mais que necessária, as discussões, precisam se tornar leis, justas e dignas para a segurança das mulheres de nossa nação.

 

Ações como o da Delegada Cristiana Bento, da polícia civil do Rio de Janeiro, de prender um homem que, desde 2015, vem ameaçando sua ex- esposa com um comportamento agressivo. Ela por sua vez denunciou por quatro vezes o marido na Justiça. Mesmo assim o crime aconteceu no dia 10/02/20, onde o esfaqueador realizou 12 facadas na vítima, mesmo ela grávida de 4 meses dele. A mulher segue em observação no hospital. A família divulgou que as ameaças eram constantes pelo celular, e inclusive existem provas no aplicativo Whatsapp, da intenção do criminoso de “cortá-lá” toda. Fato é que ele cumpriu sua promessa, dando doze facadas, na sua vítima. No vídeo abaixo a Delegada Cristina Bento, relata o perfil do agressor. Esse caso exemplifica bem o dia a dia de toda mulher agredida e ameaçada. Nosso presidente Jair Bolsonaro, é favor do porte de arma e prefere uma mulher armada do que uma lei eficiente. Será que uma arma nesse caso seria uma solução?

Segue o relato da Delegada Cristiana Bento, sobre o perfil do agressor:

 

 

 

 

Senadora Simone Tebet  fala sobre violência contra Mulher. Obrigado Senadora

por ter liberado o link.

 

 

Senadora Mara Gabrilli

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” Muitas vezes,a vítima de violência doméstica carrega uma dor ainda maior que a do golpe. Ela carrega a culpa. Isso porque foi condicionada a pensar que a “sua roupa era curta demais” ou porque ” não soube respeitar seu marido “. Ainda há o medo da violência se repetir, de não ter o apoio da família ou ainda de não ser ouvida em uma delegacia onde homens que comandam podem julgá-la. A sociedade não apoia a mulher quando precisa gritar. E o pior, a sociedade nem sempre há de ouvir.”  Senadora Mara Gabrilli,  para o jornal Estadão de São Paulo na coluna Politica

 

Ministra Carmen Lucia do STF :

Sobre Josué Júnior (334 artigos)
Josué Júnior, carioca, pós- graduado pela faculdade Cândido Mendes. Em sua empresa Arte foto Designer, desenvolve seu trabalho, que pode ser apreciado na sua pagina : www.facebook.com/fotosjosuejunior?ref=bookmarks ,ou em seu Instagran .https://www.instagram.com/josuelbjr/

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