Intolerância

Marcelo Freixo (PSB/RJ), candidato a Governador do Rio de Janeiro, em seu discurso no início de sua campanha citou: “O livro vencerá a arma! O Brasil precisa de livros, o Brasil precisa de EDUCACÃO.”…

Uma palavra recheada de sentidos: incomplacência, falta de compreensão, inflexibilidade, entre outros. É o que caracteriza quem não expressa perdão, clemência e pratica a intransigência. Existem outros sentidos e definições que recheiam de significados a palavra intolerância. O que estamos vendo neste momento dentro da política, por parte de extremistas é exatamente a falta de tolerância. Domingo passado, um pai de família no exercício do direito de comemorar seu aniversário da maneira que desejava, foi subtraído deste mundo. Muitas vozes apareceram para minimizar um assassinato político, por razões fúteis. Um homem, fora de si, tomado pelo ódio e pela intolerância, saca sua arma e começa a proferir vários tiros contra uma pessoa que ele nem conhecia, pelo simples fato de a vítima estar realizando uma festa temática de cunho político, tendo como tema seu opositor. A que ponto chega a intolerância política?  Será que o direito da livre manifestação não existe mais? Será que a partir de agora o que vale será a lei do mais forte ou de quem está armado? 

No mundo de hoje, a informação circula de forma muito rápida e o que acontece no Japão, em 30 segundos já está no Brasil, sendo esse movimento recíproco, pois o que acontece aqui, em 30 segundos chega ao Japão. Será que precisamos conquistar nossa democracia na ponta de uma arma? Será que precisamos apresentar o Brasil como um país não civilizado? Essas perguntas posso responder da seguinte forma: é claro que não! Somos civilizados e somos um povo ordeiro. Marcelo Freixo (PSB/RJ), candidato a Governador do Rio de Janeiro, em seu discurso no início de sua campanha citou: “O livro vencerá a arma! O Brasil precisa de livros, o Brasil precisa de EDUCACÃO.”

O crime ocorrido em Foz do Iguaçu atingiu a democracia e a livre manifestação em cheio. Não existe luta entre o bem e o mal, o que existem são homens mal intencionados, baseados num discurso de ódio, que criam situações para que os cordeiros sejam abatidos, cordeiros ou melhor “inocenteis úteis” que servem a causa de seu manipulador, aquele que pede voto empunhando uma arma. Não pode ser considerada uma pessoa bem intencionada aquela que pede seu voto, mas propaga ódio àqueles que não pensam como ele. Política é feita no campo da inteligência, política é feita no campo da diplomacia, política é feita com diálogo, política é feita com razão e não existem outras formas de exercer o direito de fazer política. Porém, se for utilizar desses ingredientes, praticando a política de outra maneira está, na verdade, enganando e transformando o eleitor em “inocente útil”

Nessas eleições é preciso ficar atento para não ser o cordeiro de estimação de político sujo e desonesto, que irá transformar a sua vida em algo muito ruim, por quatro anos. Lembremo-nos do que se transformou nossas vidas: restrição de alimentos, aumento da inflação, desemprego, a volta do fogão a lenha para substituir o gás, falta de segurança pública, nossa floresta sendo destruída por homens gananciosos atrás de ouro e por madeireiros. São tantos problemas que a lista é interminável: Saúde, Educação, Cultura etc.

Esse ano, vamos buscar na palavra tolerância a saída para que tenhamos quatro anos de um governo salutar com emprego, alimentação, saúde, educação, cultura, segurança, meio ambiente, infra estrutura etc., só assim o Brasil sairá dessa situação em que vivemos.

Sobre Josué Júnior (681 artigos)
Josué Júnior, carioca, pós- graduado pela faculdade Cândido Mendes. Atua no mercado com sua empresa Arte Foto Design é proprietário do site de conteúdo Linkezine. Registro Profissional: MTb : 0041561/RJ

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