John Textor vai à justiça com áudios de árbitros comprometedores.
Não é de hoje que John Textor vem denunciando a condução fora de campo do futebol brasileiro. Está semana, John esteve no Nilton Santos para acompanhar o Botafogo e o Bragantino pela Libertadores, e ao final da partida, Textor concedeu uma entrevista ao Jornal O Globo, onde afirmou ter áudios de árbitros reclamando por não receber propina, e prometeu esclarecer o ocorrido no Brasileirão de 2023 em até 30 dias. Sua fala para o Jornal O Globo provocou um pedido de abertura por parte do procurador-geral do STJD, Ronaldo Botelho Piacente, para investigar as acusações feitas por Textor. Com essa abertura de investigação, o dono do Botafogo deverá apresentar suas provas. Textor deixou claro que nunca em tempo algum apontou o dedo para o presidente da CBF. Ele deixa claro que essas situações são extra CBF, e por isso o presidente da instituição não tem como saber. O que ele vai apresentar ao STJD são as provas, ou melhor, os áudios dos árbitros. O jornalista André Rizek, no programa da Sport TV, produziu esta fala: “Sei que existe um áudio de um juiz que recebeu uma propina. Existe um áudio sim. Se esse áudio é sobre a Série A, Série B, Série C, de que ano é, não faço a menor ideia. Pode ser uma bomba, mas pode não ser absolutamente nada”. O que vai acontecer no futebol depois dessa investigação será uma incógnita. Pode ser uma bomba, como pode não ser. Rizek tem razão ao informar que pode ser uma bomba no futebol brasileiro. Agora é esperar a finalização da investigação para realmente saber o que aconteceu com o campeonato brasileiro de 2023.

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