Estudante de Direito desvia R$ 77 mil da festa de formatura e desaparece em SC
Estudante de Direito desvia R$ 77 mil da festa de formatura e desaparece em SC
Uma estudante de Direito está sendo investigada por desviar cerca de R$ 77 mil, valor arrecadado para a festa de formatura de sua turma. O caso ocorreu em uma universidade de Chapecó, no interior de Santa Catarina, e veio à tona no último dia 6 de fevereiro, quando os formandos descobriram que a empresa contratada para o evento não havia recebido o pagamento.
Desvio e desaparecimento
Os 16 alunos do curso de Direito contribuíram durante três anos para garantir a realização da festa de formatura. O dinheiro arrecadado foi confiado à colega, que se comprometeu a gerenciar os pagamentos da cerimônia. No entanto, ao se aproximar a data do evento, os estudantes foram informados de que a empresa responsável pela organização havia recebido apenas um pagamento inicial de R$ 2 mil, sem o depósito do restante do valor.
Ao ser questionada pelos colegas, a estudante confessou ter perdido todo o dinheiro em apostas online, supostamente no jogo conhecido como “Tigrinho”. Desde então, ela cortou contato com os demais formandos e desapareceu da cidade, não atendendo mensagens e ligações.
Investigação policial
A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) foi acionada e abriu um inquérito por meio da 1ª Delegacia de Polícia da Comarca de Chapecó. O caso está sendo tratado como possível crime de apropriação indébita ou estelionato. O delegado responsável já solicitou ao Judiciário medidas para rastrear o dinheiro desviado e buscar possíveis formas de ressarcimento às vítimas.
Além da oitiva dos estudantes lesados, testemunhas e da própria suspeita (caso seja localizada), a investigação também busca informações sobre as transações realizadas pela jovem nos sites de apostas. A conclusão do inquérito deve ocorrer nas próximas semanas.
Impacto e revolta dos formandos
A situação gerou indignação entre os formandos, que aguardavam ansiosamente pela celebração. Alguns estudantes, que investiram suas economias para participar da festa, lamentaram a perda e afirmaram que precisarão encontrar alternativas para não deixar a data passar em branco.
O caso levanta o alerta sobre os riscos de apostas online e a importância de mecanismos mais rigorosos de controle sobre recursos coletivos. Enquanto a investigação prossegue, a turma busca soluções para viabilizar a formatura sem o dinheiro que havia sido destinado ao evento.
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