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Putin dá início à maior convocação militar da Rússia em mais de uma década

Putin anunciou a maior convocação militar da Rússia em mais de uma década: 160 mil jovens chamados para as Forças Armadas. O conflito na Ucrânia continua, e a OTAN fortalece suas defesas no Leste Europeu. O que isso significa para o futuro da guerra?

Putin dá início à maior convocação militar da Rússia em mais de uma década

A Rússia está convocando 160 mil homens entre 18 e 30 anos para expandir suas Forças Armadas, mesmo em meio a esforços dos EUA por um cessar-fogo na Ucrânia.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou a maior convocação militar desde 2011, chamando 160 mil jovens para o serviço militar obrigatório. A medida faz parte da estratégia de ampliação das forças russas, que prevê um aumento do contingente para 2,39 milhões de oficiais e 1,5 milhão de soldados ativos nos próximos anos.

Segundo o vice-almirante Vladimir Tsimlyansky, os novos recrutas não serão enviados para a linha de frente na Ucrânia. No entanto, há registros de soldados convocados que foram mortos em combate logo nos primeiros meses da guerra.

Contexto e impacto da convocação

A mobilização ocorre em meio a tensões internacionais e negociações de cessar-fogo lideradas pelos EUA. Apesar desses esforços, os confrontos continuam intensos. Na última terça-feira (1º), a Ucrânia relatou um ataque russo a uma instalação elétrica em Kherson, deixando 45 mil pessoas sem energia. Ao mesmo tempo, Moscou afirmou ter capturado outra aldeia na região de Donetsk.

A convocação também reflete a necessidade da Rússia de recompor suas tropas. Estimativas da BBC e do portal Mediazona apontam que mais de 100 mil soldados russos já morreram em combate desde o início da guerra, um número que pode ser ainda maior.

Expansão militar e resposta da OTAN

Putin já ordenou o aumento do contingente militar três vezes desde o início da invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022. Como resposta, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) expandiu sua presença no Leste Europeu, com a adesão da Finlândia e da Suécia.

A Finlândia, que compartilha uma fronteira de 1.343 km com a Rússia, anunciou sua retirada da Convenção de Ottawa, que proíbe o uso de minas antipessoais. Outros países da região, como Polônia e os Estados Bálticos, tomaram decisões semelhantes diante das ameaças russas.

O governo finlandês também confirmou o aumento dos gastos militares, que subirão para 3% do PIB, acima dos 2,4% registrados no ano passado.

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Josué Bittencourt, carioca, pós- graduado pela faculdade Cândido Mendes. Atua no mercado com sua empresa Arte Foto Design é proprietário do site de conteúdo Linkezine. Registro Profissional: MTb : 0041561/RJ

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