Motorista de aplicativo é morto ao reagir a assalto no Rio Comprido: crime foi filmado por moradores
Motorista de aplicativo é morto ao reagir a assalto no Rio Comprido: crime foi filmado por moradores
Mais um trabalhador teve sua vida interrompida pela violência que assola as ruas do Rio de Janeiro. Patrick Scialom França, motorista de aplicativo, foi baleado e morto após reagir a um assalto na madrugada deste domingo (6), na Rua Santa Alexandrina, bairro Rio Comprido, Zona Norte da capital fluminense.
O crime foi registrado por câmeras de moradores e escancara, mais uma vez, o cotidiano de insegurança vivido por quem circula pela cidade — seja a trabalho ou por necessidade.
Reação, luta e disparo fatal
As imagens mostram Patrick sendo abordado por dois criminosos: um a pé, que inicia a agressão física, e outro de moto, que dá cobertura à ação. Durante a luta corporal, o assaltante tenta disparar sua arma por duas vezes, mas falha. O confronto continua por cerca de 20 segundos até que o comparsa consegue se desvencilhar e se dirigir à motocicleta.
No impulso, Patrick parte em direção aos criminosos. É nesse momento que o segundo assaltante saca novamente a arma, agora funcional, e dispara. O tiro atinge o motorista, que cai no chão, enquanto os criminosos fogem.
Testemunhas registraram tudo
Um casal, do alto de um prédio vizinho, gravou toda a cena e narrou o ocorrido em tempo real. No vídeo, é possível ouvir os gritos de Patrick e o pedido desesperado da mulher para que o marido chamasse a polícia. Após o disparo, há gritos e tensão entre os moradores que perceberam o que estava acontecendo na rua.
“Matou”, diz o homem que filmava, segundos após o disparo fatal.
Investigação em curso
A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) já iniciou as investigações. Agentes estão analisando as imagens do crime e realizando diligências para identificar os autores. Até o momento, os criminosos seguem foragidos.
Patrick Scialom França perdeu a vida tentando proteger seu trabalho, seu celular ou, talvez, apenas reagindo instintivamente ao medo. O caso reacende o debate sobre a vulnerabilidade dos trabalhadores de aplicativo, expostos diariamente à violência urbana, sem garantias reais de proteção.
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