Infecções respiratórias avançam e hospitalizações disparam no Brasil
🚨 Infecções respiratórias avançam e hospitalizações disparam no Brasil
Infecções respiratórias avançam e hospitalizações disparam no Brasil
Boletim da Fiocruz revela alerta em 13 estados do país
Um novo boletim do InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (8/5) pela Fiocruz, aponta um crescimento expressivo nas internações por influenza em diversas regiões do Brasil. De acordo com a análise, que compreende o período de 27 de abril a 3 de maio (Semana Epidemiológica 18), os níveis de hospitalizações variam entre moderados e altos em estados das regiões Norte e Centro-Sul, além do Ceará.
As faixas etárias mais afetadas incluem jovens, adultos e idosos. Entre as crianças de até 2 anos, observa-se um aumento significativo nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), impulsionado especialmente pelo vírus sincicial respiratório (VSR). Apesar disso, há indícios iniciais de estabilização ou até redução no ritmo de crescimento desse vírus em estados do Centro-Oeste, além de algumas áreas do Sudeste, Norte e Nordeste.
A pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da Fiocruz, alerta para o fato de que, mesmo com sinais de desaceleração, a incidência de SRAG nas regiões permanece elevada. Ela recomenda o uso de máscaras em ambientes fechados e com aglomeração, além de cuidados como o isolamento em caso de sintomas gripais. “Reforçamos que quem faz parte do grupo elegível e ainda não se vacinou contra a influenza A, deve buscar a imunização o quanto antes”, destaca.
Outro dado preocupante é que, embora a presença da Covid-19 esteja em níveis baixos em termos de SRAG, ela segue como a principal causa de morte entre idosos nas últimas semanas, seguida pela influenza A.
Alerta em estados e capitais
Atualmente, 13 unidades da federação estão em nível de alerta, risco ou alto risco para SRAG, com tendência de crescimento nas últimas seis semanas. São eles: Amapá, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.
Além disso, 14 capitais apresentam o mesmo padrão de alerta: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Natal (RN), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).
Situação nacional exige atenção
Em todo o país, o boletim destaca uma tendência de crescimento das notificações de SRAG nas últimas seis semanas e um padrão de oscilação ou estabilidade nas três mais recentes. Até o momento, o ano epidemiológico de 2025 já contabiliza 50.090 casos, com 44,4% tendo resultado positivo para algum vírus respiratório.
Entre os vírus detectados, a prevalência no total de casos positivos inclui:
- 13% de influenza A
- 1,5% de influenza B
- 40,4% de vírus sincicial respiratório
- 27,2% de rinovírus
- 18,6% de Sars-CoV-2 (Covid-19)
Nas últimas quatro semanas, o VSR lidera com 55,7% dos casos, seguido por influenza A (26,7%). Em relação aos óbitos, a influenza A aparece em 56,1% dos casos, reforçando a importância da vacinação.
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