Justiça no Caso Marielle: PGR Pede Condenação dos Irmãos Brazão e do Delegado Rivaldo Barbosa
🚨 Justiça no Caso Marielle: PGR Pede Condenação dos Irmãos Brazão e do Delegado Rivaldo Barbosa
Um passo crucial por justiça no caso que chocou o Brasil
A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou nesta terça-feira (13) as alegações finais sobre o brutal assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, executados numa emboscada no Rio de Janeiro em 2018. O documento, enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), pede a condenação dos irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, além do delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio.
Segundo a PGR, os irmãos Brazão foram os mandantes do crime, motivado pela atuação de Marielle e do PSOL contra esquemas de grilagem de terras e ocupação ilegal em áreas dominadas por milícias na Zona Oeste carioca. A morte teria sido encomendada como retaliação direta.
Rede criminosa e omissão de autoridades
A denúncia da PGR aponta que os Brazão lideravam uma organização criminosa armada. Já Rivaldo Barbosa, então delegado, teria orientado a execução e ajudado a encobrir os mandantes, dificultando as investigações. O policial militar Ronald Alves Pereira e o ex-assessor Robson Calixto da Fonseca também tiveram suas condenações solicitadas.
A Procuradoria reforça que os crimes foram articulados por agentes públicos em cargos de alto prestígio, tornando a motivação ainda mais grave. A PGR pede ainda a perda dos cargos públicos de todos os réus.
Assassinato político e esquema de grilagem
O caso vai além de um duplo homicídio: trata-se de um crime político com conexões profundas com milícias e corrupção urbana. A PGR detalha como a grilagem sistemática de terras prejudica políticas públicas, amplia o poder de milicianos e oprime a população local com cobranças ilegais e ameaças.
Condenações já realizadas e próximos passos
Ronnie Lessa, autor dos disparos, já foi condenado a 78 anos de prisão. Élcio Queiroz, que dirigiu o carro no dia do atentado, pegou quase 60 anos. Ambos colaboraram com a Justiça e apontaram os irmãos Brazão como os mentores do crime.
Agora, as defesas têm 30 dias para apresentar suas alegações finais. Depois disso, o relator Alexandre de Moraes deve liberar o caso para julgamento no STF.
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