Malafaia rompe com Flávio e Castro e impõe veto a nome da direita no RJ
💥 Malafaia rompe com Flávio e Castro e impõe veto a nome da direita no RJ
Pastor só apoia Washington Reis para 2026 e pressiona grupo bolsonarista
Racha na direita: Malafaia veta Bacellar e impõe nome para 2026 no RJ
As movimentações para a disputa ao governo do Rio de Janeiro em 2026 já começaram a expor fissuras na base da direita fluminense. O pastor Silas Malafaia, uma das principais lideranças do segmento evangélico e aliado de peso do bolsonarismo, descartou publicamente apoiar o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), caso ele seja o nome escolhido por Flávio Bolsonaro e Cláudio Castro para concorrer ao Palácio Guanabara.
“Eu apoio o Washington Reis. Se não for ele, não contem comigo”, declarou Malafaia, ao rejeitar qualquer articulação fora desse cenário. O ex-deputado e atual secretário estadual de Transportes do Rio, filiado ao MDB, também é o nome defendido por uma ala do PL fluminense que resiste abertamente ao avanço de Bacellar como candidato.
PL dividido: resistência à candidatura imposta
O racha dentro do PL do Rio de Janeiro se aprofundou com a decisão de figuras influentes, como o senador Flávio Bolsonaro, o governador Cláudio Castro e o deputado federal Altineu Côrtes (presidente estadual do partido), de costurarem apoio a Bacellar. O gesto provocou desconforto e rejeição entre deputados estaduais e federais ligados ao bolsonarismo.
Segundo relatos, parlamentares próximos a Jair Bolsonaro indicaram que não pretendem fazer campanha para Bacellar, mesmo que ele se torne o nome oficial da direita na disputa estadual.
Malafaia: influência e veto com peso político
Ao vetar o nome de Bacellar, Malafaia envia um recado direto às lideranças conservadoras e assume protagonismo no processo de escolha do candidato de direita. Sua declaração expõe não apenas a divisão estratégica, mas também a disputa por influência sobre os rumos do bolsonarismo fluminense.
Embora reafirme apoio ao senador Flávio Bolsonaro para o Senado e ao governador Cláudio Castro, Malafaia estabelece um limite claro: sua participação na corrida ao governo só ocorrerá se Washington Reis for o indicado.
O cenário sugere que, até 2026, a aliança conservadora no Rio pode enfrentar novos embates internos — e o nome que irá disputar com Eduardo Paes (PSD) pelo comando do estado ainda está longe de um consenso.
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