Crise entre Bacellar e Reis pressiona Castro e abala plano da direita para 2026
⚠️ Crise entre Bacellar e Reis pressiona Castro e abala plano da direita para 2026
A demissão do ex-secretário de Transportes Washington Reis pelo presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, detonou uma crise no governo do Rio de Janeiro e deixou o governador Cláudio Castro em posição delicada. O episódio estremeceu a aliança articulada para 2026, travando uma batalha entre aliados e expondo divergências no campo da direita fluminense.
🔁 Enquanto Bacellar, como governador em exercício, decidiu exonerar Reis durante a ausência de Castro no exterior, o emedebista reagiu afirmando que a assinatura “não tem valor” e prometeu seguir despachando. O conflito expôs uma guerra interna entre aliados bolsonaristas, colocando o próprio projeto sucessório de Castro em risco.
💥 PL dividido, Bolsonaro em silêncio e 2026 ameaçado
Mesmo com o agravamento da crise, Cláudio Castro manteve-se em silêncio. Pressionado a se posicionar, o governador enfrenta um dilema: apoiar Bacellar, que já articula sua candidatura ao governo, ou manter a lealdade a Reis, que também é visto como possível sucessor — ou até candidato ao Senado.
➡️ Parlamentares do PL, como Carlos Jordy, Carlos Portinho e Sóstenes Cavalcante, saíram em defesa de Reis e criticaram a conduta de Bacellar, acusando-o de “arrogância” e de promover “desunião” na direita fluminense. Já Bacellar tenta se aproximar de Jair Bolsonaro, mas interlocutores do ex-presidente avaliam que ele deixará sua decisão para 2026.
🧩 Bastidores revelam rachaduras e desconfiança entre aliados
A crise escancarou que Bacellar não é unanimidade nem dentro do União Brasil, tampouco entre líderes do PP, PL e MDB. Ele também tenta garantir apoio à sua candidatura ao governo e às escolhas do Palácio Guanabara para as duas vagas ao Senado — uma das quais seria de Cláudio Castro, caso renuncie até abril de 2026.
📍 Enquanto isso, Reis reforça seu vínculo com Bolsonaro e evita qualquer aproximação com o presidente Lula, apesar de seu histórico com o PT em gestões passadas — o que tem sido usado por aliados de Bacellar para desgastá-lo nas redes sociais.
🧠 Guerra de narrativas e a incerteza no comando do Rio
Nas redes, o senador Carlos Portinho declarou que “o PL não pode ir a reboque de aventuras e revanches”, mirando diretamente Bacellar. Por outro lado, deputados próximos ao prefeito do Rio, Eduardo Paes, como Pedro Paulo, classificaram a demissão de Reis como “humilhação”.
🔥 O impasse cria incertezas em torno do comando político do estado. A depender do desfecho, o grupo de direita corre risco de rachar em múltiplas candidaturas em 2026, comprometendo sua força frente a alianças mais coesas — como a possível frente entre PSD e PT.
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