Brasil pode usar terras raras como moeda de troca em embate global
🌍Brasil pode usar terras raras como moeda de troca em embate global
A crescente disputa comercial entre Brasil e Estados Unidos ganha um novo capítulo com um elemento estratégico em jogo: as terras raras. Esses minérios, fundamentais para a fabricação de carros elétricos e tecnologias de energia renovável, colocam o Brasil em posição privilegiada — e também em meio a uma negociação geopolítica complexa.
Atualmente, a China detém uma boa parte de toda a produção mundial de terras raras. Porém, o Brasil também possui importantes reservas, responsáveis por cerca de 20% desse recurso essencial. Essa riqueza subterrânea torna-se, agora, um trunfo na mesa de negociação diante do tarifário imposto por Donald Trump.
Segundo o jornalista Josué Bittencourt, do Linkezine, o uso estratégico desse minério pode ser uma forma de o Brasil neutralizar parte dos impactos provocados pelas tarifas norte-americanas. A medida estaria inserida em um contexto mais amplo, que envolve desde a exportação agrícola — com destaque para o café , temos também a questão política que vem geram atritos que podem afetar o equilíbrio econômico bilateral. “Há uma disputa que, no fim das contas, prejudica os dois lados”, explica Bittencourt. “Transformar as terras raras em uma moeda de troca pode reposicionar o Brasil nesse jogo de forças.”
Com a pressão do mercado global por alternativas sustentáveis, a demanda por terras raras tende a crescer ainda mais. Se bem administrado, esse recurso pode fortalecer a posição do Brasil em acordos internacionais e abrir portas para novos modelos de negociação, com impactos diretos na balança comercial e na política externa.
🔍 Resta saber se o país conseguirá utilizar esse potencial sem desperdiçar a chance histórica de protagonismo econômico.
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