Saúde mental das mães nos EUA despenca e acende alerta nacional
🌪️ Saúde mental das mães nos EUA despenca e acende alerta nacional 💔
A saúde mental das mães nos Estados Unidos vem enfrentando um declínio preocupante nos últimos anos, de acordo com um estudo recente publicado no JAMA Internal Medicine. Entre 2016 e 2023, o número de mulheres que se consideram com saúde mental “excelente” despencou de 38,4% para apenas 25,8%.
O levantamento, que envolveu mais de 198 mil mães com filhos de até 17 anos, também revelou uma queda na avaliação da saúde física — embora em menor proporção. Em contrapartida, aumentaram os relatos de saúde considerada apenas “boa” ou “razoável/ruim”, tanto física quanto mentalmente.
🔍 Os principais achados do estudo incluem:
- Queda de 12,6 pontos percentuais na saúde mental “excelente”
- Crescimento de 3 pontos na categoria “razoável/ruim” para saúde mental
- Redução de 4,1 pontos na saúde física “excelente”
Segundo os pesquisadores, o declínio afetou todos os subgrupos socioeconômicos, mas foi mais grave entre mães solteiras, com baixa escolaridade e com filhos cobertos por seguros públicos. A desigualdade no acesso à saúde mental, o isolamento social e fatores como inflação, racismo e violência armada foram apontados como possíveis causas desse cenário preocupante.
📉 Enquanto isso, os pais também apresentaram queda nos índices de saúde, mas ainda registram números mais positivos em comparação às mães. Em 2023, a saúde mental “razoável/ruim” foi 4 pontos percentuais mais prevalente entre mulheres do que entre homens.
🗣️ O tema não é novo. No ano passado, o ex-cirurgião-geral dos EUA, Dr. Vivek Murthy, publicou um alerta nacional intitulado “Pais sob pressão”, defendendo mudanças na forma como o país trata os cuidadores. Segundo ele, o bem-estar dos pais impacta diretamente o futuro da sociedade. “O trabalho dos pais é essencial não apenas para a saúde das crianças, mas também para a saúde da sociedade”, reforçou Murthy.
📌 Os autores do estudo também associaram suas conclusões a aumentos nos casos de depressão e ansiedade entre mulheres em idade fértil e até mesmo à mortalidade materna, sugerindo que ela pode funcionar como um “sinal de alerta” para a saúde feminina em geral.
Embora o estudo não identifique uma única causa para o declínio, ele acende um importante alerta sobre a urgência de ampliar políticas de apoio à saúde mental materna e repensar o papel de suporte oferecido às famílias.
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