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🚫 Câmara trava ofensiva pró-Bolsonaro e sessões são canceladas no recesso

Sessões pró-Bolsonaro são barradas na Câmara durante recesso parlamentar. Medida gera reação de aliados. #CriseNoCongresso #BolsonaroEmFoco #linkezine 🏛️🚫📣

🚫 Câmara trava ofensiva pró-Bolsonaro e sessões são canceladas no recesso

 

Em meio ao recesso parlamentar e às obras de reforma na Câmara dos Deputados, o presidente da Casa, Hugo Motta, determinou a suspensão de todas as reuniões presenciais nas dependências do Legislativo até 1º de agosto. A medida, publicada meia hora antes do início de sessões previstas, frustrou a tentativa de deputados bolsonaristas de aprovar moções de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Mesmo com o recesso em vigor, as comissões de Segurança Pública e Relações Exteriores haviam sido convocadas para apreciar textos em defesa de Bolsonaro, atualmente alvo de medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do inquérito sobre os atos golpistas de 8 de janeiro.

Com quórum já estabelecido em uma das comissões, a decisão de Motta cancelou os trabalhos e inviabilizou a presença de Bolsonaro, que era aguardado para participar dos atos no Congresso. A Comissão de Segurança Pública pretendia aprovar uma moção de solidariedade ao ex-presidente, sob o argumento de que ele estaria sofrendo perseguição política. Já a Comissão de Relações Exteriores avaliaria duas moções: uma de apoio a Bolsonaro e outra de repúdio às medidas cautelares impostas pelo STF, consideradas arbitrárias por parlamentares da oposição.

O presidente da Comissão de Relações Exteriores, Filipe Barros, criticou duramente a decisão e declarou que as restrições impostas a Bolsonaro equivalem a uma prisão disfarçada, mesmo sem haver condenação ou trânsito em julgado:

“O presidente Bolsonaro foi vítima dessas medidas cautelares… Vamos falar bem a verdade, o presidente Bolsonaro foi preso”, afirmou Barros durante coletiva de imprensa.

Com a suspensão das sessões, os parlamentares alinhados ao ex-presidente perderam um importante espaço institucional para sua articulação. Bolsonaro, que está proibido de deixar Brasília, continuará despachando da sede do Partido Liberal (PL). A estratégia da oposição, para o retorno do recesso em 4 de agosto, inclui a aprovação de uma anistia e um novo pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Durante uma coletiva, após o cancelamento das sessões, alguns deputados bolsonaristas chegaram a exibir uma bandeira em apoio a Donald Trump, o que gerou constrangimento. A bandeira foi retirada após alerta de colegas.

Enquanto aliados mais fiéis a Bolsonaro seguem mobilizados, lideranças do Centrão mantêm distância das manifestações públicas, sinalizando uma divisão interna na oposição.

 

 

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