Após tensão e 2h de impasse, Hugo Motta retoma controle da Câmara 🏛️⚖️
Após tensão e 2h de impasse, Hugo Motta retoma controle da Câmara 🏛️⚖️
Em meio a protestos acalorados, ocupação do plenário e clima de confronto institucional, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), só conseguiu abrir a sessão da noite desta quarta-feira (6) após mais de duas horas de intensas negociações com parlamentares da oposição.
Desde a véspera, deputados oposicionistas ocupavam as Mesas Diretoras da Câmara e do Senado, em protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro é réu por tentativa de golpe de Estado e pode ser condenado a até 44 anos de prisão.
👶 Bebês no plenário e enfrentamento político
O protesto ganhou tons simbólicos quando as deputadas Julia Zanatta e Carol de Toni (ambas do PL-SC) levaram suas filhas pequenas para a ocupação. Em um gesto midiático, Zanatta publicou uma foto sentada na cadeira da presidência da Câmara e alfinetou Motta:
“Ahhhh quantas coisas poderíamos fazer se o titular dessa cadeira tivesse coragem.”
A frase viralizou nas redes, ampliando a visibilidade da ocupação e elevando a temperatura da crise institucional.
🚔 Polícia legislativa na porta, mas solução veio pelo diálogo
Para tentar garantir a realização da sessão, a Mesa Diretora mandou fechar o acesso ao plenário e posicionou agentes da polícia legislativa na entrada. Em paralelo, Motta iniciou uma rodada de conversas com líderes partidários, evitando uma ação mais dura e buscando uma saída pelo diálogo.
Apesar da ameaça de suspender mandatos por até seis meses, Motta optou por uma resolução negociada. Somente após o acordo com a oposição, conseguiu retomar o controle da Casa e conduzir a sessão — encerrando o impasse que expôs mais uma fissura na já polarizada cena política brasileira.
disponível para venda na Amazon: https://a.co/d/0gDgs0S
#CriseInstitucional #CongressoEmFoco #linkezine 🏛️⚠️


Deixe uma resposta