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😷 Pneumonia não é só tosse! Saiba quando o perigo exige atenção redobrada 🚨🫁

Febre, tosse e cansaço podem ser mais que resfriado! Saiba como agir 🩺 #pneumonia #saude #linkezine

😷 Pneumonia não é só tosse! Saiba quando o perigo exige atenção redobrada 🚨🫁

Comum no inverno, a pneumonia é uma das maiores causas de internação no Brasil — e, diferentemente do que muitos pensam, ela não começa sempre de forma alarmante. Tosse persistente, febre, calafrios e cansaço extremo, quando ignorados, podem esconder um quadro mais sério e perigoso do que um simples resfriado.

Segundo a pneumologista Dra. Maria Cecília Maiorano, membro da Sociedade Brasileira de Pneumologia (SBP) e da Sociedade Paulista de Pneumologia (SPP), a pneumonia ocorre quando os alvéolos pulmonares — responsáveis por absorver oxigênio — se enchem de secreção, dificultando a respiração e a oxigenação do corpo.

Quem está mais vulnerável?

Embora qualquer pessoa possa ser afetada, a doença tende a ser mais agressiva em idosos, crianças pequenas, diabéticos, cardiopatas, pacientes com doenças respiratórias e imunidade baixa. Nesses casos, a evolução pode ser rápida e grave, com necessidade de internação hospitalar.

Tipos de pneumonia

A doença pode ser classificada de três formas principais:

  • Comunitária: contraída fora do ambiente hospitalar;
  • Hospitalar: adquirida durante internações, geralmente mais resistente a tratamentos;
  • Aspirativa: causada pela entrada de alimentos ou líquidos nos pulmões.

Além disso, a pneumonia pode ser causada por bactérias, vírus ou fungos, o que influencia diretamente no tratamento.

Sintomas que não devem ser ignorados

A Dra. Maria Cecília alerta para os sintomas que exigem atenção imediata:

  • Tosse (com ou sem catarro)
  • Febre alta e persistente
  • Dor no peito ao respirar
  • Falta de ar
  • Cansaço excessivo
  • Calafrios
  • Mal-estar geral

Em idosos, pode haver confusão mental e perda de apetite, mesmo sem febre.

A febre da pneumonia costuma ser mais alta e duradoura do que na gripe, e a dor no peito ao respirar é um sinal importante. Já o cansaço é bem mais intenso”, explica a médica.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito a partir da avaliação clínica, exame físico (ausculta pulmonar) e exames complementares como raio-X de tórax ou tomografia, quando necessário. Também são usados exames de sangue e de escarro para identificar o agente causador.

E o tratamento?

Depende da causa e da gravidade:

  • Bacteriana: tratada com antibióticos;
  • Viral: exige repouso, hidratação e medicamentos para alívio dos sintomas;
  • Fúngica: requer antifúngicos específicos.

Casos mais graves podem necessitar de internação, oxigênio, ventilação mecânica e até cuidados intensivos.

Dá para prevenir?

Sim! A especialista recomenda:

✅ Manter vacinas em dia (gripe, COVID-19 e pneumococo)
✅ Higienizar as mãos com frequência
✅ Usar máscaras em locais fechados e aglomerados
✅ Ter alimentação equilibrada e boa hidratação
✅ Praticar atividade física
🚭 E, principalmente, não fumar.

“Fumar reduz a defesa natural dos pulmões e aumenta muito o risco de infecções respiratórias”, destaca a pneumologista.

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