⛽💰 Maduro oferece petróleo aos EUA em troca de paz política 🇻🇪
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O líder venezuelano tenta evitar confronto com Washington, cedendo riquezas estratégicas
Nicolás Maduro iniciou o movimento do xadrez geopolítico latino-americano. Segundo fontes próximas às negociações, o autocrata venezuelano ofereceu ao governo dos Estados Unidos o acesso privilegiado ao petróleo e aos minerais da Venezuela, em troca do fim das avaliações e da aproximação diplomática. A proposta — que envolve acordos rompidos com China, Irã e Rússia — teria sido discutida durante meses com envios do então presidente Donald Trump.
Em meio à escalada militar americana no Caribe, com navios e avaliações mirando Caracas, o governo Maduro sugeriu abrir todos os projetos energéticos e mineradores às empresas norte-americanas. A ideia seria permitir à Chevron, à Shell e a outras gigantes do setor o controle de novos campos petrolíferos e gasíferos, revertendo o fluxo de exportações para os Estados Unidos.
O plano, no entanto, naufragou. Washington passou a oferecer oferta insuficiente e cerrou as conversas diplomáticas. A ala mais conservadora do governo Trump, liderado por Marco Rubio, preferiu manter a linha dura e reforçar o isolamento de Maduro. O resultado foi o agravamento do impasse político e o fortalecimento do discurso nacionalista em Caracas.
Mesmo sob críticas internacionais, o governo venezuelano manteve as portas abertas para investimentos pontuais. A Chevron recuperou sua licença para operar no país e voltou a produzir sob supervisão americana. A Shell, por sua vez, iniciou tratativas para exploração de gás natural do campo Dragon, em parceria com Trinidad e Tobago.
Nos bastidores, a oposição liderada por María Corina Machado — laureada com o Prêmio Nobel da Paz — apresentou proposta alternativa, prometendo retorno democrático e prosperidade econômica estimada em US$ 1,7 trilhão em 15 anos. Para sua equipe, os acordos de Maduro “não garantem estabilidade, mas controle pelo medo”.
Enquanto Maduro fala em soberania e “revolução socialista”, os números mostram dependência. A produção atual de petróleo, em cerca de 1 milhão de bairros diários, está longe dos 3 milhões registrados por Hugo Chávez. Entre concessões econômicas e políticas tencionais, a Venezuela tenta equilibrar o discurso anti-imperialista com a necessidade urgente de sobreviver — e de manter as luzes acesas em Miraflores.
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Maduro tenta reverter avaliações sobre petróleo e minerais aos EUA ⚖️
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Bom artigo