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🔥 “Traição no curral”: pecuaristas dos EUA se rebelam contra plano de Trump de importar mais carne argentina 🥩🇺🇸

A proposta de quadruplicar a cota de carne argentina gerou fúria entre produtores americanos e abriu novo conflito político.

Plano de Trump de ampliar importação de carne argentina causa revolta entre pecuaristas e divide sua base eleitoral. 🐄 #Linkezine

🔥 “Traição no curral”: pecuaristas dos EUA se rebelam contra plano de Trump de importar mais carne argentina 🥩🇺🇸

A proposta de quadruplicar a cota de carne argentina gerou fúria entre produtores americanos e abriu novo conflito político.

Para Christian Lovell, pecuarista em Illinois, o gado é mais que um negócio — é herança, identidade, modo de vida. Ele voltou ao rancho da família após se formar, acreditando que o campo, apesar das dificuldades, era um símbolo de resistência americana. Hoje, vê essa crença estremecer. O motivo? O plano do presidente Donald Trump de ampliar a importação de carne bovina argentina, uma medida que promete reduzir os preços ao consumidor, mas ameaça o sustento de milhares de criadores.

A proposta em discussão, segundo a imprensa americana, prevê quadruplicar a cota tarifária de importação, passando de 20 mil para 80 mil toneladas anuais. Trump defende que o aumento ajudará a conter o preço da carne nos supermercados, mas o anúncio caiu como um golpe entre pecuaristas que o apoiaram politicamente. “É uma traição”, desabafa Lovell. “Ele nos vendeu a um concorrente estrangeiro.”

O governo tenta acalmar os ânimos. A secretária de Agricultura, Brooke Rollins, afirmou que o impacto seria “limitado”, mas as associações de produtores reagiram com indignação. O grupo R-CALF, que representa pecuaristas independentes, classificou a proposta como uma contradição do lema “America First”, já que amplia espaço para carne estrangeira no mercado interno.

Para economistas do setor, como David Anderson, da Universidade Texas A&M, o impacto econômico pode ser modesto: a carne argentina representa apenas 2,1% das importações americanas. A principal fornecedora continua sendo o Brasil, seguido por Austrália e Canadá. Mesmo assim, o temor de perder espaço num mercado já dominado por grandes processadoras faz o setor reagir. “Os preços não são definidos por nós, mas por quatro empresas que controlam 80% do mercado”, lembra Lovell.

O pano de fundo é mais amplo. Os EUA vivem o menor rebanho bovino em 74 anos, resultado de secas prolongadas e custos de produção elevados. Ao mesmo tempo, a demanda dos consumidores segue firme, pressionando os preços. Nesse cenário, Trump tenta equilibrar popularidade e economia, mas arrisca desagradar uma de suas bases mais fiéis.

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🥩 “Traição no curral”: pecuaristas americanos acusam Trump de favorecer a Argentina ao ampliar importações de carne bovina. A base rural se volta contra o presidente. 🇺🇸   #TrumpNews #CarneArgentina #PecuaristasEUA #EconomiaGlobal  #Linkezine

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