⚖️🔥 Castro defende operação com 121 mortos: “uso proporcional da força”, diz governo do RJ
Após encontro com Alexandre de Moraes, governador do Rio envia relatório ao STF alegando que megaoperação nas favelas da Penha e do Alemão seguiu regras legais.
⚖️🔥 Castro defende operação com 121 mortos: “uso proporcional da força”, diz governo do RJ
Após encontro com Alexandre de Moraes, governador do Rio envia relatório ao STF alegando que megaoperação nas favelas da Penha e do Alemão seguiu regras legais.
O governo do Rio de Janeiro tenta se equilibrar entre a pressão política, a repercussão social e a mira do Supremo Tribunal Federal. Nesta segunda-feira (3), o governador Cláudio Castro entregou ao ministro Alexandre de Moraes um relatório detalhando a megaoperação policial que deixou 121 mortos — entre eles, 117 suspeitos e 4 agentes de segurança — nos complexos da Penha e do Alemão, na última terça (28).
No documento, o governo afirma que a ação “respeitou integralmente as determinações da Corte” e que o uso da força foi “proporcional e necessário” diante de uma facção criminosa “altamente armada e estruturada”. Segundo o texto, a operação foi resultado de um ano de investigações e 60 dias de planejamento tático, mobilizando 2.500 agentes — entre policiais civis e militares — com o objetivo de atingir o núcleo do Comando Vermelho, comandado por Edgar Alves de Andrade, conhecido como Doca ou Urso.
O relatório enviado ao STF, no contexto da ADPF 635 (ADPF das Favelas) — ação que regula incursões policiais em comunidades do Rio —, busca demonstrar que a operação seguiu os princípios de legalidade, necessidade e proporcionalidade. O governo ressalta que o confronto se concentrou em áreas de mata, “para reduzir o risco à população civil”, e que todos os agentes estavam equipados com câmeras corporais, sob acompanhamento do Ministério Público e das corregedorias.
Ainda assim, o relatório reconhece falhas: admite “dificuldades para preservar as cenas de crime”, relatando que moradores retiraram corpos antes da chegada da perícia. Segundo o governo, os cadáveres foram levados ao Hospital Getúlio Vargas e à Praça da Penha, o que motivou a abertura de um inquérito para investigar possível fraude processual.
Apesar das controvérsias, o texto afirma que todos os corpos foram periciados e acompanhados por representantes do Ministério Público, em uma tentativa de sustentar a versão oficial de que não houve vítimas inocentes.
A visita de Moraes ao Rio reforça o tom de cobrança e monitoramento do STF sobre a política de segurança pública fluminense — uma relação marcada por tensão e vigilância judicial que promete novos capítulos.
💥 No centro da polêmica: governo do RJ defende ao STF que a operação com 121 mortos foi “proporcional” e seguiu as regras. Entenda os bastidores. #SegurançaPública #OperaçãoRio #JustiçaBrasileira #ADPFdasFavelas
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