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🎨🔥 Festival Novembro Negro celebra cultura, ancestralidade e futuro no Morro da Providência

Três dias de música, dança, teatro, debates e gastronomia marcam o encerramento da programação do Mês da Consciência Negra no Rio.

O Festival Novembro Negro transforma o Morro da Providência em palco de celebração, arte e resistência, reunindo talentos locais e fortalecendo identidades. #Linkezine ✨

🎨🔥 Festival Novembro Negro celebra cultura, ancestralidade e futuro no Morro da Providência

Três dias de música, dança, teatro, debates e gastronomia marcam o encerramento da programação do Mês da Consciência Negra no Rio.

O Morro da Providência já se prepara para viver, nos dias 28, 29 e 30 de novembro, uma das semanas mais vibrantes de sua agenda cultural: a sexta edição do Festival Novembro Negro. Realizado pela Casa Amarela Providência, o evento fecha com força a programação do Mês da Consciência Negra no Rio de Janeiro, reunindo crianças, jovens e adultos da comunidade em uma celebração que atravessa arte, memória, educação e pertencimento.

Viabilizado pelo edital Fomenta Festival 2024, dentro da Política Nacional Aldir Blanc, o festival oferece três dias de programação gratuita, ocupando o Largo da Providência e a Pista Santo Skate, dois espaços simbólicos do território. Sob o comando da mestre de cerimônia Ellen Ferreira, o público encontrará uma verdadeira imersão na potência criativa da favela — aquela que, como diz a produtora Tiphanie Constantin, “quase nunca aparece nas páginas dos jornais”.

A programação mistura ritmos, linguagens e gerações. A literatura ganha destaque com a mesa “Literaturas Marginais: memórias do Morro da Providência”, trazendo os autores Maurício Hora, Luiz Torres e Jeferson Pedro para discutir trajetória, identidade e a força de narrativas produzidas dentro da comunidade.

Na dança, a diversidade toma o palco: da premiada Companhia Estrela Dourada ao Coletivo Colerê, passando pela disputa fervorosa da Batalha Sagas, o festival projeta a representatividade de jovens LGBTQIA+ e artistas que transformam a rua em território de expressão.

O teatro encerra o primeiro dia com o espetáculo “Amor de Baile”, mergulho afetivo no movimento Black Rio dos anos 70 — um tributo à estética, ao orgulho e ao amor como resistência.

A música chega em forma de tradição e renovação: o Samba Honesto, há 12 anos referência na Pequena África; a delicadeza da Orquestra Luna, formada por crianças da Casa Amarela; e o Grupo Leke, que revisita repertórios negros. Entre os intervalos, as DJs Marta Supernova e Anati conduzem a pista.

O festival também abre espaço para temas urgentes: saúde mental e sexualidade em rodas de conversa com especialistas; empreendedorismo feminino com as Mulheres Independentes da Providência; e uma exposição de artes afro-referenciadas do projeto Adin.kras. No domingo, a tradicional Feijoada da Rosiete simboliza a força da segurança alimentar na comunidade.

Mais que um festival, o Novembro Negro reafirma o Morro da Providência como território criativo, político e vivo — onde a cultura é ato de resistência e futuro.

 

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Três dias de arte, afeto e resistência no Morro da Providência. O Festival Novembro Negro chega à 6ª edição celebrando a potência da favela. 🎶✨🏾   #MorroDaProvidência #ConsciênciaNegraSempre  #NovembroNegro2025 #CulturaDaFavela

 

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