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🎯🏛️ Programa Cultivo da Memória: Justiça que reconhece, repara e transforma

Iniciativa do TJRJ é premiada pelo CNJ por fortalecer a equidade racial e preservar a memória histórica.

Uma premiação que reconhece o passado e ilumina o futuro da Justiça brasileira. #Linkezine 🏛️

🎯🏛️ Programa Cultivo da Memória: Justiça que reconhece, repara e transforma

Iniciativa do TJRJ é premiada pelo CNJ por fortalecer a equidade racial e preservar a memória histórica.

Em uma cerimônia marcada por emoção e reconhecimento, o Programa Cultivo da Memória, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), conquistou o 3º lugar na categoria Boas Práticas da 2ª edição do Prêmio Equidade Racial do Poder Judiciário, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O evento, realizado em Brasília e aberto pelo ministro Edson Fachin, destacou iniciativas que atuam diretamente na promoção da diversidade racial e no enfrentamento ao racismo institucional.

O programa se tornou referência por articular memória, educação e políticas inclusivas. Ao valorizar documentos, narrativas e trajetórias apagadas pela História oficial, a iniciativa amplia o diálogo entre Judiciário, academia e sociedade, estimulando reflexões sobre o papel estruturante do Estado na manutenção das desigualdades — e, sobretudo, sobre sua responsabilidade em superá-las.

Durante a premiação, a desembargadora Patrícia Ribeiro Serra Vieira, presidente do Cogen – 2º Grau, celebrou o impacto do projeto:
A Trilha da Memória é uma caminhada educativa e reflexiva que nos ajuda a esvaziar desigualdades raciais e enfrentar práticas racistas. A gestão documental que sustentou esse programa é fundamental para seu valor social”, afirmou. A magistrada esteve acompanhada da servidora Tatiana Lima Brandão, do Napjus, e do diretor do Arquivo do TJRJ, Gilberto de Souza Cardoso.

O Programa Cultivo da Memória, coordenado pelo Napjus, integra as ações do Pacto Nacional do Judiciário pela Equidade Racial e atua em duas frentes complementares. A primeira, prática e sensorial, é a “Trilha da Memória: uma jornada pela Pequena África”, passeio guiado pela historiadora Tatiana Brandão por locais marcados pela escravidão e resistência no Centro do Rio. Em cinco edições, a atividade se consolidou como potente ferramenta de conscientização.

A segunda frente é teórica, com seminários e pesquisas sobre o patrimônio documental do Judiciário fluminense. Esse trabalho reúne o Fórum Permanente de Pesquisas Acadêmicas da Emerj e o Grupo de Pesquisa Histórica do TJRJ, fortalecendo a preservação, o estudo e a difusão de acervos essenciais para compreender a formação sociojurídica do país.

Ao elogiar os tribunais contemplados, o ministro Fachin resumiu o espírito da iniciativa:
Este prêmio é um selo de responsabilidade.

Com mais essa conquista — somada à menção honrosa recebida em sua primeira edição — o TJRJ reafirma seu compromisso com a memória, a educação e a construção de um Judiciário mais diverso, representativo e consciente do seu papel histórico.

O Programa Cultivo da Memória, do TJRJ, acaba de ser premiado pelo CNJ por seu impacto na promoção da equidade racial. Memória que educa, justiça que transforma. ✊🏽📚   #EquidadeRacial #JustiçaParaTodos #MemóriaHistórica #TJRJ

 

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