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🌆🔥 Imaginários Urbanos 2025 transforma cidades em palco de cuidado e resistência

Festival ocupa ruas, praias e praças com performances que celebram o Bem Viver

Festival transforma cidades em territórios vivos de criação e cuidado. #Linkezine 🌆

🌆🔥 Imaginários Urbanos 2025 transforma cidades em palco de cuidado e resistência

Festival ocupa ruas, praias e praças com performances que celebram o Bem Viver

O 7º Imaginários Urbanos abriu sua nova edição anunciando aquilo que o move desde a origem: transformar a cidade em campo de experimentação, escuta e imaginação coletiva. A partir desta semana, Fortaleza, Sobral, Natal e Rio de Janeiro recebem uma programação intensa e totalmente gratuita, reunindo performances urbanas, videoperformances, ações formativas e debates que convidam o público a experimentar outras formas de conviver, criar e existir.

Nesta edição, o festival assume como horizonte as Políticas do Bem Viver, conceito inspirado em cosmovisões de povos originários e em pensadores como Alberto Acosta, Nego Bispo e Silvia Rivera Cusicanqui. A proposta vai além de um tema: é um convite a repensar relações, deslocar paradigmas e imaginar futuros sustentados pela interdependência, pelo cuidado mútuo e pelo rompimento com lógicas de exploração. “Performance e ações formativas se tornam práticas de resistência e abertura de mundos possíveis”, afirma o curador geral, Eduardo Bruno.

A programação de performances começou no dia 19 de novembro, no Centro Dragão do Mar, com “Massa”, de Conceição Myllena — uma obra-relacional que divide com o público um bolo em forma de mapa do Brasil, refletindo sobre território, identidade e fome. Nos dias seguintes, a cidade se expande em novas camadas poéticas: Negra Moz leva para a Praia da Barra do Ceará a força ancestral das tranças africanas; Marcelina e Natália Coehl percorrem as ruas com “Ame as Deusas”, ação que ressignifica rastros urbanos; e o coletivo Cicloderiva tensiona as fronteiras entre trabalho e descanso conduzindo espelhos pela orla.

Temas como ancestralidade, extrativismo, memória, cuidado, festa e crítica ambiental se repetem em ações como “Nosso Senhor dos Fósseis Traficados”, de Filipe Alves; “Monstruosa Zona”, do Coletivo Miúdo; e “Mamada Ética”, de Lucas Foletto Celinski, que provoca debate sobre veganismo interseccional e consumo. O cortejo das “Encantadas”, do KlangoPreá, fecha o mês em Sobral evocando seres míticos do Norte do Ceará.

Paralelamente às ações nas ruas, o festival realiza a Mostra de Vídeo-Performance no Museu da Imagem e do Som do Ceará, além da oficina “Trajetos Performáticos”, voltada exclusivamente para pessoas surdas, ampliando acessos e fortalecendo práticas inclusivas em artes urbanas.

A edição reforça o propósito do Imaginários Urbanos: fazer da cidade um espaço de convivência expandida, onde arte e afeto se cruzam para imaginar outros mundos possíveis.

Cidades como palco, cuidado como gesto, performance como resistência. 🌱🔥 O Imaginários Urbanos 2025 inicia sua programação ocupando ruas e praças com obras que celebram o Bem Viver.

#ArteNaCidade #PerformanceUrbana #CulturaViva #BemViver

 

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