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🎨✨ Anísio O Couto: a força indomável da cor invade São Paulo

Mostra reúne 35 obras e celebra a trajetória singular do artista baiano-radicado no Rio.

A mostra revela a potência cromática e narrativa de Anísio em nova fase expositiva. #Linkezine 🎨

🎨✨ Anísio O Couto: a força indomável da cor invade São Paulo

Mostra reúne 35 obras e celebra a trajetória singular do artista baiano-radicado no Rio.

A Galateia abre suas portas para apresentar “Anísio O Couto”, exposição que celebra um dos artistas mais inquietos, intuitivos e irresistíveis de sua geração. Reunindo cerca de 35 obras — entre séries inéditas e pinturas já icônicas — a mostra oferece ao público uma imersão na poética vibrante de Anísio, marcada pela metamorfose, pelo improviso e por uma relação visceral com o cotidiano.

A história de Anísio parece saída de um romance urbano. Baiano de nascimento, cresceu entre cores, ruas e invenções, e descobriu a pintura após trabalhar confeccionando chapéus e adereços carnavalescos. Autodidata, desenvolveu ferramentas próprias — inclusive um cotonete artesanal, substituto do pincel — e fez das borboletas seu primeiro e duradouro símbolo criativo: em suas telas, elas representam renascimento, passagem e movimento.

Foi no bairro de Santa Teresa, no Rio, que seu trabalho ganhou força. Entre varais improvisados e apresentações diárias ao ar livre, suas pinturas chamaram a atenção de artistas, curadores e colecionadores. Dominique Gonzales-Foerster — responsável pela expografia da mostra em São Paulo — foi uma das primeiras a enxergar ali potência incontornável. O crítico da Pinacoteca, Renato Menezes, assina o texto curatorial desta nova etapa, que insere Anísio no debate contemporâneo sobre brasilidade e imaginação.

A exposição apresenta obras que orbitam entre a figuração e a abstração, sempre guiadas por um colorido solar: vermelhos pulsantes, amarelos expansivos, rosas luminosos. Tucanos, peixes, gatos e frutas tropicais dividem espaço com objetos domésticos, indicando que a arte, para Anísio, nasce do gesto simples — e se expande para dimensões simbólicas. Em diálogo com essa estética, a montagem curatorial propõe uma experiência imersiva, o que Denise Milfont descreve poeticamente como “a porta do céu”.

Antes de chegar à Galateia, Anísio conquistou espaço em mostras como TropiGalpão, Flexa e INCORPORAMA, além de integrar publicações relevantes. Parte de suas obras foi adquirida e posteriormente doada ao Museu Afro Brasil, gesto que consolidou sua presença no circuito institucional.

A mostra fica em cartaz até 17 de janeiro de 2026 e será acompanhada de uma recepção especial promovida por Rafael Moraes, um dos primeiros colecionadores do artista.

A Galateia recebe “Anísio O Couto”: cores vivas, gestos livres e uma trajetória inspiradora que atravessa ruas, afetos e imaginação. 🌈✨ #ArteContemporaneaBrasil #AnisioOCouto #VivaAArte #ExposicoesSP

 

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