🔬🎯 Dezembro Vermelho alerta: HIV aumenta risco de tuberculose em até 30 vezes
Diagnóstico precoce e teste IGRA no SUS se tornam aliados vitais na prevenção.
🔬🎯 Dezembro Vermelho alerta: HIV aumenta risco de tuberculose em até 30 vezes
Diagnóstico precoce e teste IGRA no SUS se tornam aliados vitais na prevenção.
Durante o Dezembro Vermelho, mês dedicado à conscientização sobre HIV/AIDS, uma estatística acende um alerta importante para saúde pública: pessoas vivendo com HIV têm até 30 vezes mais risco de desenvolver tuberculose ativa. A combinação das duas doenças segue como uma das principais causas de morte relacionadas à AIDS no mundo — cenário que reforça a urgência do diagnóstico precoce e de estratégias preventivas mais acessíveis.
A tuberculose é silenciosa em sua fase latente, quando a bactéria está presente no organismo, mas ainda não gera sintomas. É exatamente nesse estágio que reside uma chance real de interrupção da cadeia de transmissão e da progressão da doença. Segundo Raphael Oliveira, Gerente de Marketing Regional LATAM para Diagnósticos Moleculares da QIAGEN, identificar a infecção latente permite iniciar um tratamento preventivo que impede a evolução para uma forma ativa, contagiosa e potencialmente fatal.
No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) já oferece o teste IGRA, exame de sangue de alta precisão recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Com resultado em até 24 horas, ele é capaz de detectar a tuberculose latente mesmo quando outros métodos falham — especialmente relevante para quem tem o sistema imunológico comprometido. “Para quem vive com HIV, a tuberculose latente é uma ameaça invisível. O tratamento precoce reduz drasticamente o risco de complicações e mortalidade”, destaca Oliveira.
O teste IGRA é indicado pelo Ministério da Saúde para diversos grupos de risco: pessoas vivendo com HIV, crianças expostas a casos ativos, pacientes que se preparam para transplantes e indivíduos com doenças inflamatórias imunomediadas, como psoríase, artrite reumatoide e doença de Crohn. A coleta simples de sangue facilita o acesso e agiliza o manejo clínico.
Apesar do avanço tecnológico disponível no SUS e na rede privada — hoje presente em mais de 59 laboratórios — a barreira da informação ainda é um desafio. Oliveira reforça que ampliar a testagem anual é fundamental para conter a coinfecção TB/HIV e reduzir óbitos no país. “A prevenção ativa, somada ao diagnóstico rápido, é o caminho mais imediato para salvar vidas”, completa.
Com um período assintomático que pode durar anos, a tuberculose exige vigilância contínua. Em um mês marcado pela conscientização, especialistas reforçam: identificar cedo é a estratégia mais eficaz para interromper a progressão da doença e proteger populações vulneráveis.
HIV aumenta o risco de tuberculose em até 30 vezes — mas o diagnóstico precoce pode salvar vidas. O teste IGRA, disponível no SUS, é rápido, seguro e essencial. #DezembroVermelho #SaúdePública #PrevençãoTB #VidaComHIV
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