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Concessões florestais provam força contra o desmate e impulsionam renda na Amazônia

Estudo inédito revela avanços ambientais e socioeconômicos após quase 20 anos de política pública

Modelo sustentável mostra força na conservação e no desenvolvimento regional. #Linkezine 🌿

Concessões florestais provam força contra o desmate e impulsionam renda na Amazônia 🌳🔥

 

Estudo inédito revela avanços ambientais e socioeconômicos após quase 20 anos de política pública

 

 

A Amazônia ganhou novos contornos nesta quarta-feira (19/11), quando um estudo inédito foi apresentado em um evento paralelo à COP 30, em Belém. O levantamento, produzido pelo Imaflora em parceria com o Serviço Florestal Brasileiro (SFB), a consultoria Systemiq e apoio do UK PACT, analisou pela primeira vez, de forma abrangente, o impacto das concessões florestais federais ao longo de quase duas décadas — e os resultados apontam para um modelo que soma conservação, renda e desenvolvimento territorial.

A pesquisa avaliou oito Florestas Nacionais (Flonas), somando mais de 3,5 milhões de hectares. Dentro delas, 22 Unidades de Manejo Florestal (UMFs), que representam cerca de 35% do território total, foram o foco da análise. Utilizando dados administrativos, imagens geoespaciais, informações técnicas operacionais e entrevistas locais, os pesquisadores buscaram entender o que mudou desde a adoção do manejo florestal sustentável como política pública federal.

Os números são expressivos. Entre 1988 e 2024, apenas 2% das áreas das Flonas concessionadas foram desmatadas — e 92% desse desmate ocorreu fora das regiões sob manejo. O dado reforça a tese de que a atividade econômica sustentável é uma aliada na proteção da floresta contra práticas ilegais. No mesmo período, 2,5 milhões de metros cúbicos de madeira foram extraídos com rastreabilidade e respeito às normas ambientais, volume quatro vezes maior do que o observado em municípios sem concessão.

O impacto social também chama atenção. Em 75% das florestas concessionadas, houve crescimento de 62% no nível de emprego e de 27% na massa salarial do setor. Em 2023, isso representou 4.848 postos de trabalho diretos e indiretos — cerca de 7,5% dos vínculos formais nessas localidades. Para Leonardo Sobral, diretor de Florestas e Restauração do Imaflora, os dados mostram “a força da gestão pública eficiente e do investimento sustentável como motores de uma economia de baixo carbono”.

A arrecadação pública soma R$ 240,4 milhões entre 2010 e 2025, com R$ 62 milhões destinados diretamente a estados e municípios. Terra Santa (PA), por exemplo, usou parte desses recursos para criar e estruturar sua Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Mineração. Além disso, o Indicador Social distribuiu R$ 6,26 milhões para infraestrutura, energia renovável, educação ambiental e apoio produtivo a comunidades florestais.

Para Renato Rosenberg, diretor de Concessões Florestais do SFB, o caminho agora é expandir o modelo. “As concessões mostram que o Brasil pode liderar soluções climáticas baseadas na natureza.”

Concessões florestais mostram resultados históricos: menos desmate, mais renda e geração de empregos na Amazônia. Um modelo que transforma. 🌳✨ #AmazôniaSustentável #BaixoCarbono #EconomiaVerde #ConservaçãoFlorestal

 

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Sobre josuejr54 (4390 artigos)
Josué Bittencourt, carioca, pós- graduado pela faculdade Cândido Mendes. Atua no mercado com sua empresa Arte Foto Design é proprietário do site de conteúdo Linkezine. Registro Profissional: MTb : 0041561/RJ

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