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🎯 Refrigerantes de baixo impacto ambiental reposicionam a climatização na agenda climática 📢🔥

Transição tecnológica avança no Brasil e transforma o ar-condicionado em tema estratégico para sustentabilidade

A climatização ganha protagonismo climático com a adoção de refrigerantes de baixo impacto ambiental. #Linkezine 🌱

 

Por muito tempo, a climatização ocupou um lugar discreto nos debates ambientais, restrita ao conforto térmico e à eficiência energética. Esse cenário começa a mudar. A adoção de refrigerantes de baixo impacto ambiental vem ganhando espaço no Brasil e reposiciona o setor como peça-chave na agenda climática, pressionando empresas a reverem projetos, operações e metas de sustentabilidade.

Estudos internacionais indicam que sistemas de refrigeração e ar-condicionado são responsáveis por cerca de 10% das emissões globais de gases de efeito estufa, quando considerados o consumo de energia e os vazamentos de fluidos ao longo da vida útil dos equipamentos. Diante desse impacto, a substituição de gases tradicionais por alternativas com menor Potencial de Aquecimento Global (GWP) deixou de ser tendência para se tornar necessidade.

Para Patrick Galletti, engenheiro mecatrônico e CEO do Grupo RETEC, a discussão vai além da troca de um insumo. “Os refrigerantes de baixo impacto ambiental reduzem o efeito climático associado à climatização, mas só entregam esse benefício quando fazem parte de um sistema bem projetado, com controle adequado e manutenção contínua”, afirma.

A pressão regulatória tem acelerado esse movimento. O Brasil é signatário da Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal, que prevê a redução gradual do uso de hidrofluorcarbonos (HFCs) em escala global. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a aplicação integral do acordo pode evitar até 0,4 °C de aquecimento global até o fim do século — um número que coloca a climatização no centro das estratégias de mitigação climática.

Esse avanço ocorre em um contexto de temperaturas cada vez mais extremas. Dados do serviço europeu Copernicus apontam 2024 como o ano mais quente já registrado, com 2025 mantendo a tendência de calor acima da média histórica. O resultado é o aumento da demanda por resfriamento, que pressiona sistemas elétricos e amplia a urgência por soluções mais eficientes e menos poluentes.

Ainda assim, o desafio não se encerra na escolha do fluido. Vazamentos e falhas de operação podem comprometer os ganhos ambientais. “A sustentabilidade não está apenas no refrigerante, mas na forma como o sistema é operado ao longo dos anos. Manutenção preventiva e monitoramento são decisivos”, ressalta Galletti.

À medida que regulações se tornam mais rígidas e investidores incorporam critérios ambientais às decisões de negócio, a tendência é clara: os refrigerantes de baixo impacto deixarão de ser diferencial e passarão a ser padrão. Nesse novo cenário, a climatização deixa de ser invisível e assume papel estratégico na adaptação às mudanças do clima.

 

O ar-condicionado também entrou na agenda climática 🌱❄️ Entenda por que os refrigerantes de baixo impacto estão mudando o setor.  #Sustentabilidade  #AgendaClimática

 

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Sobre Áila Neder (487 artigos)
Áila Neder, formada em letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), comissária de bordo, depois de sofrer muito por conta do que realmente queria fazer da vida, se encontrou nas panelas e na beira do fogão. Desde pequena ajudava sua avó nos preparos de bolos e doces para as festas da família, em 2013 resolveu enfrentar os preconceitos ainda existentes na profissão e abraçar de vez sua verdadeira vocação. Entrou para o curso de gastronomia no IBMR Laureate, estagiou em vários restaurantes franceses e hotéis internacionais, hoje formada faz pós-graduação em patisserie pela UNISUAM.

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