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🎯 Câncer de pele no couro cabeludo: o perigo que pode passar despercebido 📢🔥

Área escondida pelo cabelo também exige atenção redobrada, sobretudo no verão

Lesões no couro cabeludo também podem ser câncer de pele. Atenção aos sinais e ao autoexame é fundamental. #Linkezine 🧴

 

Quando se fala em câncer de pele, o olhar costuma se concentrar no rosto, braços e pernas. Mas há uma região frequentemente esquecida — e não menos vulnerável: o couro cabeludo. Coberto pelos fios e fora do campo de visão cotidiana, ele pode abrigar lesões silenciosas que evoluem sem serem notadas, atrasando o diagnóstico e o tratamento.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) mostram que o câncer de pele é o mais comum no Brasil. No triênio 2023–2025, são estimados mais de 220 mil novos casos de câncer de pele não melanoma e cerca de 9 mil casos de melanoma, o tipo mais agressivo. Embora o couro cabeludo não seja a área mais lembrada, ele está entre as regiões com risco aumentado, especialmente em pessoas com calvície, cabelos ralos ou exposição solar frequente.

Segundo a oncologista Sheila Ferreira, da Oncoclínicas, a atenção deve ser constante. “O couro cabeludo costuma ser negligenciado no autoexame, mas manchas, feridas ou pintas nessa região precisam ser investigadas. Muitas vezes, o paciente só percebe quando a lesão já evoluiu”, alerta. A especialista reforça que a detecção precoce é decisiva: quando identificada no início, a chance de cura pode chegar a 90%.

O cabelo oferece alguma proteção natural contra os raios ultravioleta, mas não é suficiente. Chapéus, bonés e o uso de protetor solar — especialmente em áreas expostas pela calvície — são aliados importantes. Produtos com textura fluida facilitam a aplicação no couro cabeludo, e o FPS deve ser sempre acima de 30, reaplicado ao longo do dia.

Identificar alterações exige atenção aos sinais clássicos da regra do “ABCDE”: assimetria, bordas irregulares, variação de cor, diâmetro maior que 6 milímetros e evolução da lesão ao longo do tempo. Feridas que não cicatrizam, sangram, coçam ou mudam de aspecto também merecem investigação imediata.

O autoexame mensal é recomendado, de preferência em local bem iluminado. Passar os dedos pelo couro cabeludo, separar os fios e, quando possível, pedir ajuda de outra pessoa pode fazer toda a diferença. Ainda assim, o acompanhamento regular com um dermatologista é indispensável.

Quando não tratado precocemente, o câncer de pele pode se espalhar para outros órgãos, tornando o tratamento mais complexo. Por isso, olhar para o couro cabeludo com o mesmo cuidado dedicado às áreas mais visíveis é um gesto simples que pode salvar vidas.

 

 

O câncer de pele não escolhe lugar. 👀 Você observa o seu couro cabeludo? Saiba os sinais e proteja-se.   #SaúdeDaPele  #PrevençãoÉTudo

 

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